Olga apresentou um programa especial Ni Una Menos durante 11 anos com debates, depoimentos e reflexões sobre violência de gênero e feminicídio.

Este ano, no dia 3 de junho, completam-se 11 anos desde a primeira mobilização Nem um a menosmovimento que nasceu em 2015 como uma resposta coletiva à violência de gênero e ao feminicídio na Argentina. Neste sistema, o canal de streaming Olga decidiu dedicar grande parte do programa à reflexão sobre o problema que ainda existe.

Na gestão Elizabeth “Black” Vernaccimembros do canal, como Nati Yota, Marti Benz, Paula Chavez, Luli Gonzalez, Vicky Garabal e Cami Fortunatoque abordou vários aspectos da mesma luta que afecta milhões de mulheres.

Este dia não se limitou a uma transmissão tradicional, mas reuniu especialistas, jornalistas, representantes do movimento feminista e familiares das vítimas para criar espaços de reflexão e compreensão.

Entre as vozes convidadas estavam os fundadores da Ni Una Menos Ingrid Beck sim Florença Alcaraz; um sociólogo Espécie Leunda; Lou GalkinMembro da Amnistia Internacional; e um psiquiatra Enrique Stola. Também participaram familiares de vítimas de violência de género como Jorge Sacerdote de Wanda Tadei; Isabel, Mãe de Lucila Jaconis; e Sara Irmã de Suhene Carvalhaes.

Enquanto isso Nati Jota acompanhou a mobilização desde a rua entrevistando diversas mulheres que participaram da marcha, perguntando-lhes sobre sua história de vida e por que vieram à marcha.

O show começou às 14h30. com uma mensagem que resumia o propósito do propósito especial: “Neste dia 3 de junho, unimo-nos para manter viva uma questão que nos afeta. Porque nada mudou em onze anos. Para não perder os lugares que você já tem e lembrar que isso ainda está acontecendo“, eles expressaram de Olga anunciando o cronograma.

Ao longo do dia, houve discussões sobre a persistência da violência sexista e a necessidade de continuar a focar na responsabilidade dos agressores, evitando a culpabilização das vítimas.

Também foram discutidas situações de discriminação, exclusão e violência simbólica, que muitas mulheres vivenciam desde a infância, tanto na escola, na família e no meio social.

“Naturalizamos todos esses tipos de cuidados e formas de fazer as coisas quando não deveriam ter sido naturalizados. Então é muito difícil dizer como você se cuidou e como se criou”, refletiu Vicky Garabala num dos segmentos do programa.

O impacto social da fala

Outro foco do debate estava relacionado à tendência social de responsabilizar as mulheres pelas situações de violência ou tragédias que as afetam. Neste contexto, foi analisado quantas vezes A opinião pública culpa as mães, os familiares ou até as próprias vítimas.

Depoimentos de familiares, contribuições de especialistas e experiências pessoais dos painelistas formaram um dia atravessado por emoções, reflexões e necessidade de manter a conversa atualizada.

Agora mesmo Olga Possui uma das maiores representações femininas no streaming argentino com figuras como La Negra Vernaci, Paula Chaves, Nati Jota, Marti Benza, Lizy Tagliani, Luciana Geuna, Noelia Custodio, Vicky Garabal, Luli González, Sele Moska, Cami Fortunato, Cami Jara, Juli Manzotti, Mar Cosca, Fer Otero, Agos Bonaerense e Evel Bonaerenseentre outros.

Com este programa especial, o canal reafirmou uma posição clara: manter viva a conversa sobre a violência de género e lembrar que mais de dez anos após o nascimento de Ni Una Menos, o problema ainda requer atenção, compromisso e ação coletiva.

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