Biden insta os líderes do G20; Starmer, do Reino Unido, pede laços “consistentes” com a China em reunião com Xi
O presidente dos EUA, Joe Biden, apelou ontem aos líderes do G20, numa cimeira no Rio de Janeiro, para apoiarem a soberania da Ucrânia, um dia depois de autoridades norte-americanas terem dito que ele permitiu que Kiev usasse mísseis de longo alcance contra a Rússia.
“Os Estados Unidos apoiam fortemente a soberania e a integridade territorial da Ucrânia. Todos ao redor desta mesa, na minha opinião, deveriam também”, disse Biden em seu discurso de abertura da reunião, na qual o ministro das Relações Exteriores da Rússia está presente.
“Peço a todos aqui que aumentem a pressão sobre o Hamas, que atualmente recusa este acordo”, disse ele.
Na cimeira, o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, saudou a importância de uma “forte relação Reino Unido-China” ao confrontar o presidente chinês, Xi Jinping, sobre várias questões controversas, quando os dois se reuniram ontem.
Na primeira reunião bilateral entre um primeiro-ministro britânico e o líder chinês desde fevereiro de 2018, Starmer disse a Xi que o Reino Unido deseja relações bilaterais “consistentes, duradouras e respeitosas”.
Mas ele também alertou que Londres está “comprometida com o Estado de direito”, em uma homenagem às várias disputas que azedaram os laços entre Londres e Pequim nos últimos anos.
Incluem o caso do cidadão britânico Jimmy Lai, um magnata da comunicação social e activista pró-democracia preso em Hong Kong, cujo caso Starmer levantou directamente com Xi.



