O dólar comercial fechou em alta de 0,88% nesta terça-feira (23), cotado a R$ 5,1866, enquanto os investidores acompanhavam a evolução da política monetária no Brasil e nos Estados Unidos, além das negociações entre norte-americanos e iranianos.
O dólar comercial fechou em alta de 0,88% nesta terça-feira (23), cotado a R$ 5,1866, alta de 2,86% no mês, mas ainda com queda de 5,50% em 2026. A Ebovespa reverteu perdas e fechou em alta de 0,52%, aos 171.249 pontos. O petróleo Brent caiu 1,05%, para US$ 77,08. A acta do Kopom reforçou a manutenção das taxas de juro, citando a incerteza no Médio Oriente. Os EUA e o Irão avançaram com negociações sobre sanções e o programa nuclear do Irão.
Com isso, a moeda norte-americana ganhou 0,41% na semana e 2,86% no mês. Apesar da recente recuperação, o dólar ainda cai 5,50% em 2026.
Na bolsa, o Ibovespa conseguiu recuperar as perdas registradas durante a manhã e fechou o dia com alta de 0,52%, aos 171.249 pontos. O principal índice do mercado de ações brasileiro subiu 1,73% na semana e 6,28% no ano.
Esta situação levou a outra queda nos preços internacionais do petróleo. O barril de Brent, referência mundial, caiu 1,05% e encerrou o dia cotado a US$ 77,08. O petróleo WTI (West Texas Intermediate), referência nos EUA, caiu 0,88%, para US$ 73,21.
No Brasil, o mercado divulgou a ata da última reunião do COPOM (Comitê de Política Monetária). O documento sublinha ainda que o banco central optou por manter inalteradas as taxas de juro diretoras face às condições menos favoráveis para a inflação nos próximos anos.
As autoridades monetárias avaliaram que parte da pressão sobre os preços advém da incerteza decorrente do conflito no Médio Oriente e preferem aguardar novos desenvolvimentos antes de adotarem alterações na política de taxas de juro.
No exterior, os investidores acompanharam o progresso nas negociações entre os Estados Unidos e o Irã. Segundo informações divulgadas por Teerão, as conversações técnicas entre os dois países foram concluídas e foi aberto espaço para a formação de grupos de trabalho que discutirão as sanções económicas e o programa nuclear do Irão.







