Ela havia parado de dirigir e tinha uma pessoa de confiança para levá-la a todos os lugares. Mas naquela noite, Ernestina Paisa decidiu ir ao teatro porque aconteceu um acontecimento inesperado.
Em Café da manhã americanoJosefina Pousso revelou que Ernestina Pais deixou de conduzir e tem uma pessoa de confiança que a leva para todo o lado. Mas o motorista não pôde partir naquela noite e Ernestina tomou uma decisão de última hora.
A morte de Ernestina Paisa continua a chocar e, com o passar das horas, surgem novos dados que reconstroem o contexto íntimo da tragédia. Em Café da manhã americanoJosefina Pousso partilhou informações que lhe foram trazidas por pessoas muito próximas do condutor e revelou um facto chocante: Ernestine já não conduzia.
Segundo a palestrante, a notícia do acidente afetou principalmente as pessoas ao seu redor porque o carro era um problema que ela tinha há muito tempo. “Falei com pessoas muito próximas de Ernestine e o comentário foi exatamente este: ‘Maldita mãe, o carro de novo’”, disse Pousso no ar.
Em seguida, ele acrescentou o bordão: “Eles me disseram: ‘Não vou mais dirigir’. Ela tinha seu próprio Uber, seu nome era Christian, que simplesmente não pôde ir naquele dia.
Ernestina Paisa e o medo do carro
Segundo depoimento de Pousso, Ernestine havia tomado a decisão de não dirigir mais. Não era uma pergunta trivial ou um simples conforto: eu estava com medo.
“Ela não dirigia mais, tinha muito medo do carro. Essas foram as palavras das pessoas mais próximas dela. Ela entrou em pânico porque sentiu que era o seu carma”, explicou a participante da discussão.
A frase teve um efeito poderoso porque abre uma compreensão mais íntima do que aconteceu. Ernestina havia encontrado uma maneira de cuidar de si mesma: evitar dirigir e andar com uma pessoa de confiança que a levasse para todos os lugares. Segundo Pousso, esse motorista era Christian. Mas naquela noite ele não pôde ir.
O acontecimento inesperado que a fez dirigir
Na sexta-feira da tragédia, Ernestine teve que ir ao teatro. Ele tinha uma função, um horário a cumprir e, conforme reconstruído no programa, não podia se atrasar.
“Tive que ir ao teatro porque é um compromisso agendado e o Uber não conseguiu chegar”, disse Josefina Pousso.
Esse desentendimento de última hora teria mudado a rotina que Ernestine manteve durante muito tempo. Como não havia ninguém que normalmente a transportasse, a motorista decidiu dirigir sozinha.
O fato é chocante: Ernestina não queria dirigir, havia parado e, segundo o círculo mais próximo, tinha medo do carro. Mas naquela noite, uma cadeia inesperada de acontecimentos o colocou de volta ao volante.






