Nove dias antes da Copa do Mundo de futebol e como parte de um protesto da Coordenação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE) na Cidade do México, jogadores de futebol foram despidos e “nus” na Avenida Paseo de la Reforma.
Da Torre del Caballito a Estela de Luz, a CNTE manteve um bloqueio às reformas, onde concretizaram as suas reivindicações como a manutenção do boicote à Copa do Mundo, bem como a revogação da lei ISSSTE e um encontro com a presidente Claudia Schinbaum Pardo.
Figuras de jogadores de futebol com mais de dois metros de altura também foram marcadas com mensagens como “CNTE Live” e “Se não houver solução, a bola não vai rolar”.
Um foi jogado em frente ao Anjo da Liberdade e o outro no Canteiro da Reforma, na Rua Antuérpia, na Zona Rosa. “Por favor, não suba nela. Não maltrate a peça”, orienta uma placa colocada sobre a figura.
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Vêem-se figuras caídas, professores esperando no meio, nas sombras, alguns sentados e outros deitados.
As esculturas fazem parte de “Os Gigantes do Futebol”, uma exposição urbana que celebra a “grandeza” do jogo na Cidade do México durante a Copa do Mundo FIFA de 2026.
Segundo a descrição, o monumento, criado por artesãos mexicanos de Iztapalapa no Zion Art Studio Workshop, “o projeto transforma o espaço público em uma experiência viva onde futebol, arte e cultura se encontram”.
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A CNTE exigiu mudanças no sistema previdenciário dos servidores públicos, aumento salarial e revisão de diversas políticas educacionais.
“Cada monstro é uma homenagem às lendas do jogo e um convite para explorar, descobrir e vivenciar a cidade como nunca antes”, acrescentou.






