O presidente Trump disse que os Estados Unidos enviariam 5.000 soldados adicionais para a Polónia, poucos dias depois de o Pentágono ter anunciado que estava a atrasar os planos de enviar tropas para o flanco oriental da NATO.
A notícia suscitou uma resposta imediata dos líderes polacos.
Em Varsóvia, as autoridades polacas consideraram a decisão como um sinal importante após dias de incerteza sobre a postura militar dos EUA na Europa.
No início desta semana, as autoridades polacas disseram que queriam uma maior comunicação de Washington após relatos de atrasos na rotação de tropas, mas sublinharam que o que mais importava era a confiança dos Estados Unidos para apoiar os seus aliados na crise.
A notícia chega num momento em que os países do flanco oriental da OTAN continuam a enfrentar as consequências da guerra híbrida da Rússia. Ainda na semana passada, incursões de drones no espaço aéreo do Báltico fizeram com que pessoas fugissem para abrigos, fechassem aeroportos e forçassem uma resposta dos jactos da NATO.
As forças dos EUA na região não são apenas vistas como um poderoso elemento de dissuasão, mas também estão profundamente integradas com as forças aliadas através de exercícios de treino quase constantes e missões de policiamento aéreo concebidas para proteger o espaço aéreo da OTAN.
Não está claro de onde virão os 5.000 soldados adicionais – se isto irá reverter uma decisão anterior de adiar as rotações para a Polónia, ou se as tropas serão enviadas para outro local.









