Árbitro assistente de vídeo causa polêmica toda semana no Primeira Ligamas também no Liga dos Campeões da UEFA. Então, como as decisões são tomadas e elas estão corretas? Nesta temporada, daremos uma olhada nos principais incidentes para examinar e explicar o processo tanto em termos do protocolo VAR quanto das Leis do Jogo.
Andy Davies (@andydaviesref) é ex-árbitro do Select Group, com mais de 12 temporadas na lista de elite, atuando na Premier League e no Campeonato. Com vasta experiência no nível de elite, ele atuou no espaço VAR na Premier League e oferece uma visão única dos processos, lógica e protocolos que são entregues em uma jornada da Premier League.


Árbitro: Danny Makkelie
NOSSO: Dennis Higler
Tempo: 37 minutos
Incidente: Pênalti concedido ao Arsenal
O que aconteceu: Como atacante do Arsenal Viktor Gyökeres recebeu com precisão a bola na grande área do Atlético, zagueiro Dávid Hancko pareceu bater nas costas do jogador do Arsenal. Com Gyökeres no chão, o árbitro Danny Makkelie apontou para o pênalti, concedendo ao Arsenal um pênalti por uma falta descuidada.
Decisão do VAR: O VAR não exigiu muitos olhares para este desafio e rapidamente aprovou a decisão em campo como correta.
Veredicto / Insight: Sim, esta foi uma decisão acertada em campo e não intervenção do VAR. O desafio de Hancko foi desajeitado e imprudente. A inteligente posição corporal de Gyökeres deixou o defesa do Atlético sem oportunidade de jogar a bola, o que foi um mau julgamento por parte do jogador do Atlético.
ARSENAL ATAQUE PRIMEIRO ⚡️
Viktor Gyökeres marcou pênalti para colocar os ingleses na frente 💥 pic.twitter.com/IBVZRLgvQC
– CBS Sports Golazo ⚽️ (@CBSSportsGolazo) 29 de abril de 2026
Tempo: 55 minutos
Incidente: Pênalti concedido ao Atlético Madrid após uma ofensa de handebol do zagueiro do Arsenal Ben Branco.
O que aconteceu: Um remate à baliza do Atlético Madrid Marcos Llorente atingiu o braço de Ben White, do Arsenal. No entanto, um desvio na canela do defensor antes que a bola atingisse seu braço criou um certo debate. O árbitro em campo acabou marcando pênalti após visita à tela do VAR.
Decisão do VAR: Mais uma revisão relativamente rápida do VAR nesta prova e, nesta ocasião, sentiu que houve um erro claro em um pênalti não ter sido marcado em campo. VAR Higler sentiu que o braço de White estava em uma posição não natural em relação ao movimento de seu corpo e, independentemente do desvio da canela do defensor, que era insignificante, ele sentiu que isso atendia aos critérios para uma ofensa de handebol. Depois de ver os replays, Makkelie concordou com a interpretação do VAR e marcou pênalti para o Atlético Madrid.
Veredicto / Insight: Uma decisão mais clara do que a penalidade contenciosa concedida para Paris Saint-Germain ontem à noite, dada a posição do braço das brancas quando a bola o atingiu. O braço do zagueiro do Arsenal estava estendido, longe de seu corpo, e claramente tornando seu corpo anormalmente maior, deixando-o vulnerável a ser penalizado por uma infração de handebol. A deflexão nesta situação é irrelevante. Foi insignificante, mal afetando a trajetória da bola, mas a posição do braço negou qualquer consideração de desvio. Um pênalti foi a decisão correta.
Ao contrário da decisão da noite passada, este incidente seria penalizado na Premier League por uma ofensa ao handebol.
QUE SUCESSO 😤💥
Julián Álvarez fires in the equalizer for Atlético 🎯 pic.twitter.com/peQF9AJ7SO
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Tempo: 81 minutos
Incidente: derrubada do VAR; O Arsenal teve uma penalidade anulada por meio de uma revisão do VAR.
O que aconteceu: O zagueiro do Atlético Madrid, Hancko, pareceu tropeçar no Arsenal Deus o abençoe na grande área, com o árbitro Makkelie apontando para o pênalti, marcando pênalti para os Gunners. Apenas para o VAR e o árbitro anularem o prêmio após uma revisão em campo.
Decisão do VAR: Depois de analisar vários replays, o VAR considerou que não houve contato suficiente do zagueiro do Atlético para que um pênalti fosse concedido, usando a justificativa de que qualquer contato em Eze foi mínimo, acrescentando que o atacante do Arsenal passou por cima da perna de Hancko em vez de o zagueiro cometer um ataque óbvio.
O VAR recomendou uma revisão em campo onde, depois de ver os replays, o árbitro concordou com o VAR e anulou o pênalti, reiniciando o jogo com uma bola ao solo para o goleiro do Atlético. Jan Oblak.
Veredicto / Insight: Achei que era um pênalti em tempo real e depois de ver os replays, continuo com a mesma opinião. Hancko atrasou-se no desafio, fazendo contato na chuteira de Eze sem fazer contato com a bola, e esse contato atendeu aos critérios para uma viagem descuidada.
O árbitro em campo teve uma boa visão do incidente e foi positivo com sua linguagem corporal e decisão original.
É difícil compreender e explicar a razão pela qual houve uma intervenção do VAR neste incidente. A filmagem mostra claramente que há contato pé a pé, criado por um desafio tardio de um defensor e certamente não por um erro claro e óbvio – isso deve ser considerado uma má arbitragem.
Da mesma forma, uma vez que o árbitro esteja olhando para a tela, ele terá todas as opções abertas. Só posso supor que o VAR dissuadiu o árbitro da decisão, destacando que o contato, na sua opinião, foi mínimo e que a motivação do atacante foi criar uma situação de pênalti e não uma falta.
Na minha opinião, ambos os árbitros estavam errados e o Arsenal deveria sentir-se prejudicado pelo resultado.
SEM PENALIDADE ❌
VAR salva Atlético de terceiro pênalti nesta partida 👀 pic.twitter.com/M86rgRf4DG
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