Comece com a pergunta mais importante: os dados sobreviveram?
Os adversários têm como alvo os backups porque os backups determinam se uma organização pode se recuperar de um ataque. Na verdade, pesquisas mostram que os invasores conseguiram comprometer, pelo menos parcialmente, ambientes de backup de aproximadamente 74% dos casos de ransomware.
Todo provedor de proteção de dados reivindica imutabilidade. Mas as organizações precisam fazer um teste de resistência para saber se ele resiste a um adversário experiente com credenciais de administrador de domínio já existentes na rede.
Saiba onde se recuperar antes da crise
Os ataques cibernéticos muitas vezes não causam danos físicos. Em vez disso, os ataques destroem a confiança no contexto da segurança. Como os locais de produção e de recuperação de desastres estão fortemente integrados, um comprometimento em um local geralmente significa que o local de DR também não é confiável. Por esta razão, as recuperações cibernéticas podem exigir uma nova construção: um ambiente de recuperação isolado. O IRE oferece às organizações um local limpo e separado para recuperar sistemas críticos, testar a recuperação e evitar a reinfecção do ambiente do qual estão tentando se recuperar.
Felizmente, o IRE não exige outro local físico, nem precisa hospedar toda a frota de aplicativos hospitalares. É importante ressaltar que ele pode suportar aplicações que suportam funções clínicas e operacionais urgentes.
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Restaure o que importa primeiro
As equipes de TI da área de saúde agora têm uma visão clara de seus aplicativos mais críticos.
Uma sequência prática de recuperação começa com identidade, sistema de nomes de domínio, protocolo de configuração dinâmica de host e outros serviços críticos sem os quais os aplicativos não funcionarão. Em seguida vêm as comunicações internas, que ajudam a coordenar a resposta da organização. A seguir estão as aplicações clínicas em ordem de prioridade com base na forma como o atendimento é prestado.
O conceito de “hospital mínimo viável” pode ajudar a moldar este trabalho. Ao inserir repetidamente estas recuperações no IRE, a organização desenvolve resiliência cibernética, garantindo a capacidade de restaurar rapidamente o atendimento ao paciente.
Teste o plano antes que os pacientes confiem nele
A recuperação orquestrada de aplicativos, como tática, permite que as equipes executem simulações automatizadas de acordo com um cronograma. Testes semanais podem revelar o que está quebrando, o que está demorando muito e o que precisa ser consertado antes de um ataque.
Isto também é importante do ponto de vista financeiro. Uma redução de cinco dias no tempo de recuperação poderia poupar ao sistema de saúde dezenas ou mesmo centenas de milhões de dólares.
A mensagem para as organizações é clara: comece a construir, automatizar e testar agora com os recursos de que dispõe.
Crie continuidade clínica, não apenas recuperação de TI
Quando um hospital fica às escuras, a missão deve continuar. Pacientes com AVC ainda estão chegando. Os laboratórios ainda precisam de resultados. As operações devem continuar. A recuperação clínica deve ser planeada juntamente com a recuperação informática.
As decisões legais, regulatórias, financeiras, operacionais e clínicas se unem nas primeiras horas de um ataque cibernético. Simulações multifuncionais ajudam as organizações a ver como é uma resposta coordenada. Eles também revelam lacunas na equipe, nas comunicações, nos fluxos de trabalho manuais e na tomada de decisões antes que essas lacunas afetem o atendimento ao paciente.
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