O curta-drama “Amarela”, de André Hayato Saito, é centrado em Erika, uma adolescente nipo-brasileira que assiste ansiosamente a seleção brasileira jogar contra a França na final da Copa do Mundo de 1998. Saito optou por ambientar o filme durante a Copa do Mundo porque foi um raro momento em que o país se sentiu verdadeiramente unido. “No Brasil, especialmente em 1998, trouxe consigo um sentimento de euforia coletiva, orgulho nacional e pertencimento”, disse Saito ao jornal. nova iorquino. Mas para Erika o dia foi muito mais complicado. Em casa, Erika sente-se desligada das tradições japonesas da sua família. Em outro lugar, ela descobre que algumas pessoas não a veem como totalmente brasileira – uma dinâmica que vem à mente quando ela sai para assistir ao jogo com seus amigos e outros torcedores. O filme passa do movimentado espaço público de assistir ao jogo para momentos íntimos em casa, onde Erika luta contra uma série de pressões: “a violência sutil, a sensação de invisibilidade, as pressões internas”.








