O número de casos de SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) está aumentando no Brasil e Mato Grosso do Sul acompanha esse cenário. A progressão ocorreu em meio ao aumento de hospitalizações associadas principalmente ao VSR (vírus sincicial respiratório) e influenza A.
Segundo Boletim da Fiocruz, Mato Grosso do Sul está em nível de alerta para Sars. O avanço é impulsionado pelo VSR, que representa 47,6% dos casos, seguido pelo rinovírus (23,9%) e influenza A (22,4%). Entre as capitais de risco, Campo Grande parece não apresentar tendências de crescimento no longo prazo. Entre as mortes, a influenza A é responsável por mais da metade das mortes por vírus respiratórios.
De acordo com o boletim InfoGrip da Fiocruz, divulgado nesta quinta-feira (28), o estado permanece em nível de alerta, risco ou alto risco, apesar de apresentar tendência de alta nas últimas seis semanas.
No MS, os casos de SRAG por VSR continuam a proliferar, seguindo o padrão observado na maior parte do país. No entanto, a região Centro-Oeste já dá sinais de frear esse progresso, ainda que em níveis mais elevados.
A nível nacional, o VSR afecta principalmente crianças até aos 4 anos de idade, enquanto o rinovírus afecta mais crianças e adolescentes. Em adultos e idosos, a gripe A é a principal responsável pelos casos mais graves.
Campo Grande apareceu na capital nas últimas semanas com casos de SRAG em nível de alerta, risco ou alto risco. Contudo, segundo o boletim, não há indícios de aumento na tendência de longo prazo, o que aponta para uma possível estabilização, ainda que em patamar superior.
A investigação também mostra que o aumento da SARS afecta todas as faixas etárias. Nas últimas quatro semanas, quase metade dos casos positivos foram causados por VSR (47,6%), seguido por rinovírus (23,9%) e influenza A (22,4%). Entre as mortes, a gripe A lidera, com os vírus respiratórios sendo responsáveis por mais da metade de todas as mortes.







