Sábado, 18 de abril de 2026 – 01h37 WIB

China, AO VIVO Xiaomi garante que não entrará no segmento de carros elétricos baratos, pelo menos nos próximos anos. Esta decisão confirma o direcionamento estratégico da empresa que prefere atuar na classe média e alta em vez de se envolver em uma guerra de preços no segmento de entrada.


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O CEO Lei Jun disse que o limite de preço inferior que a Xiaomi não atingirá está na faixa de 100.000 yuans ou cerca de Rp. 220 milhões. Este número tem sido uma “área quente” para muitos fabricantes de carros elétricos na China que dependem do volume de vendas.

Conforme relatado pela VIVA de Carnewschinasábado, 18 de abril de 2026, o motivo principal não é infundado. A Xiaomi considera que o desenvolvimento de veículos elétricos modernos – especialmente aqueles que dependem de sistemas inteligentes – exige custos elevados. Componentes como software, chips e recursos de condução autônoma são agora os principais contribuintes para os custos de produção, não mais apenas baterias ou motores elétricos.


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Esta abordagem é claramente visível no desenvolvimento do Xiaomi SU7. O modelo sedã elétrico continua passando por melhorias, com mais de 100 melhorias na versão mais recente. No entanto, como consequência, os custos de produção também aumentaram para cerca de 20.000 yuans.

Curiosamente, o aumento dos preços de venda não acompanhou o aumento dos custos. A Xiaomi aumentou o preço apenas em cerca de 4.000 yuans, então o preço base do SU7 está agora em 219.900 yuans ou cerca de Rp. 480 milhões.


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Esta estratégia mostra que a Xiaomi está a tentar manter um equilíbrio entre a melhoria da qualidade do produto e o poder de compra do consumidor. Em vez de perseguir preços baratos, as empresas optam por oferecer mais valor através da tecnologia e da experiência de condução.

A resposta do mercado também foi positiva. O modelo SU7 mais recente foi capaz de registrar 15.000 pedidos em menos de uma hora desde seu lançamento. Este valor indica que os consumidores ainda têm um forte interesse em veículos eléctricos com especificações elevadas, embora os preços já não sejam considerados acessíveis.

Por outro lado, a situação do mercado de carros elétricos na China mostra, na verdade, pressão no segmento de preços mais baixos. Modelos como o Wuling Hongguang Mini EV e o BYD Seagull, que anteriormente dominavam, estão começando a sofrer um declínio acentuado nas vendas.

Um dos gatilhos é o fim do incentivo fiscal para veículos elétricos, que tem sido o principal impulsionador do crescimento do segmento de entrada. Como resultado, o mercado torna-se mais sensível aos preços e as margens dos produtores são cada vez mais pressionadas.

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Os dados de vendas também mostram uma tendência semelhante. Até o primeiro trimestre de 2026, o mercado de sedãs e hatchbacks na China experimentará um declínio anual de cerca de 20%. Isto indica que o segmento de grande volume já não é tão forte como antes.

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