O acordo foi finalmente aprovado pelo Parlamento Europeu em Março, mas apenas após a adição de uma cláusula, permitindo a sua suspensão se a administração Trump for considerada “minando os objectivos do acordo, discriminando os operadores económicos da UE, ameaçando a integridade territorial dos Estados-membros, as políticas externa e de defesa, ou engajando-se na cooperação económica”.






