As histórias distópicas são um dos gêneros mais populares entre os telespectadores, principalmente quando envolvem personagens cibernéticos. Na última sexta-feira, 22 de maio, estreou “Futuro Deserto”, um thriller psicológico de seis episódios e um drama familiar que já está nas manchetes. A série foi filmada no México e agora pode ser vista em toda a América Latina Netflix.
A trama acompanha Alex, um psiquiatra que se muda com a família do Vale do Silício para a cidade de Chiapas e trabalha no desenvolvimento dos primeiros andróides. O objetivo é testar os robôs em ambiente humano, mas ele desconhece as verdadeiras intenções da empresa em que trabalha.
Enquanto isso, o clã familiar acolhe Maria, um robô que a esposa de Alex projetou antes de morrer. A série explora como a dinâmica familiar e os laços sociais mudariam com a introdução da inteligência artificial no reino humano. Como tal, centra-se na fronteira turva entre o humano e o andróide.
Diretor Lúcia sim Nicolau Puenzo (“O Pacote”, “A Queda”, “Ninguém nos viu indo”), escrito por Leonel D’Agostino e Cesar Sodero. Os papéis principais são interpretados por José María Jazpic, Andre Parra, Astrid Berges-Frisbay e Carla Souza. Também estrelado por Natalija Soljana, Ilse Salas, Flavio Medina e Humberto Bustos.
Ao contrário de outras produções que colocam máquinas contra humanos, esta história explora a empatia e os laços emocionais. Para todos aqueles que querem curtir uma variedade de séries que tratam de temas quentes como inteligência artificial com um pouco de ficção científica, esta será perfeita para uma maratona.









