O suspeito primeiro-ministro morreu no confronto durante a transferência

A escolta do BOPE foi atacada enquanto parava em um posto de gasolina no bairro de Albuquerque

Rubens Giglio Neto, foi preso na última quarta-feira (1º). (Foto: Direto das Ruas)

Rubens Jilio Neto, 35 anos, preso sob suspeita de participação na morte do soldado da PM (Polícia Militar) Marcelo Pimenta da Silva, baleado durante um conflito armado na tarde deste sábado (4) em Albuquerque, bairro Coramba, a 427 quilômetros do acampamento.

Rubens Jilio Neto, 35 anos, preso sob suspeita de envolvimento na morte do policial militar Marcelo Pimenta da Silva, foi morto a tiros neste sábado (4) enquanto parava em um posto de gasolina no bairro de Albuquerque, em Coramba. Homens armados atiraram contra o comboio que o transportava de uma área florestal. Rubens, conhecido como “Apolo”, foi flagrado tentando cruzar a fronteira com a Bolívia na quarta-feira (1º).

Segundo a reportagem, o crime foi cometido quando Rubens foi levado da Penitenciária Masculina de Karomba para a capital pelo BOP (Batalhão de Operações Policiais Especiais). As equipes, porém, param em um posto de gasolina na BR-262, saindo da cidade para atender um veículo. Durante a parada, a polícia ouviu vários tiros vindos da mata.

Os agentes responderam aos tiros e entraram na plantação em busca dos autores. Houve confronto e Rubens ficou ferido na troca de tiros. Ele não sobreviveu aos ferimentos e morreu no local.

As informações divulgadas até o momento não são claras sobre a origem dos tiros que atingiram o preso. Nenhum policial ficou ferido. A equipe do BOP esteve na floresta na noite de sábado em busca dos responsáveis ​​pelo tiroteio.

a prisão – Rubens está preso desde quarta-feira (1º) após ser detido sob suspeita de envolvimento na morte do soldado Marcelo. O soldado foi baleado durante uma perseguição em Koramba, na noite de terça-feira (30), e morreu após receber tratamento.

A investigação indicou que a onda de crimes começou em Ladário. Por volta das 20h, três homens armados desceram de um Fiat Argo e atiraram em Renato Concecio do Carmo, conhecido como “Coelho”, quando ele entrava na casa. A vítima conseguiu se defender dentro de um veículo blindado.

Após o ataque, os ocupantes do Argo fugiram em direção a Karomba. Uma equipe da Polícia Militar encontrou um veículo com características semelhantes e tentou abordá-lo.

Enquanto fugia pela Rua Totico de Medeiros, na região de Beiro Maria Leyte, um dos ocupantes atirou nos policiais. Marcelo foi atingido no peito, braço e cabeça e perdeu o controle da motocicleta.

O soldado recebeu socorro, passou por tratamento de emergência e foi transportado para um centro cirúrgico, mas morreu em decorrência dos ferimentos, conforme reconstrução registrada no processo.

De acordo com registros de casos recebidos Notícias de Campo GrandePoliciais bolivianos localizaram Rubens e Everton da Silva Viana após equipes brasileiras receberem informações de que os suspeitos tentavam cruzar a fronteira. A dupla foi entregue às forças de segurança brasileiras.

Após a captura, Everton admitiu ter participado do atentado que matou o policial e apontou Rubens como um dos cúmplices, segundo registros. O documento também registra ligações suspeitas entre os dois e o PCC (Primeiro Comando da Capital).

Everton morreu durante busca por armas após intervenção policial na Rodovia Ramon Gomes. Após investigação, a equipe apreendeu dois fuzis ou carabinas, um revólver, duas pistolas, munições de diversos calibres, rádios comunicadores, distintivos, uma balaclava, celulares e cerca de um quilo de maconha.

A Polícia Civil também apreendeu um Fiat Argo prata identificado como veículo utilizado no ataque.

Link da fonte