Esta quarta-feira, o plenário do Parlamento israelita (Knesset) elegeu Michael Rabelo como o novo Controlador de Estado, que representa o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e o seu partido (nacionalista Likud) em vários processos judiciais.
A sessão plenária deu luz verde ao novo regulador a favor de 61 votos na segunda volta, informou o Knesset, após o que Netanyahu o felicitou pela sua eleição.
“Trabalharemos juntos em plena cooperação para o bem da administração pública no Estado de Israel”, disse o primeiro-ministro num comunicado.
Em Israel, o regulador tem o poder de auditar a economia, as finanças e a administração estatal, incluindo as autoridades locais e as empresas estatais, bem como as organizações financiadas publicamente, razão pela qual é considerada uma agência de supervisão com amplos poderes.
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No domingo, um palestiniano foi morto e outros nove ficaram feridos no enclave palestiniano num ataque israelita.
Ele responde apenas perante o Knesset e, teoricamente, não depende do governo israelense, mas a sua nomeação causou polêmica porque Rabelo representou Netanyahu em processos judiciais e é um dos conselheiros jurídicos do partido Likud.
Como não obteve a maioria exigida de 61 cadeiras na primeira votação, sua eleição foi realizada na segunda votação. Esta segunda volta teve de ser adiada devido a relatos de que os membros do Likud foram obrigados a fotografar os seus votos secretos.
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Tendo em conta esta informação, os consultores jurídicos do Knesset proibiram os deputados de transportar telemóveis durante a votação. Mesmo assim, destaca o jornal israelense Haaretz, vários representantes do Likud divulgaram fotos deles votando em Rabelo no segundo turno.







