A mulher entrou num carro no Parque dos Poderes e disse à polícia que tinha “o direito de fazer o que quisesse”.
Na manhã deste sábado (23), a mulher de cueca em frente ao CMO (Comando Militar Ocidental) voltou a mobilizar as equipes da Polícia Militar em dos Poderees, no Parque Campo Grande. Desta vez, ele ficou só de cueca, entrou no carro e protestou em frente ao governador, na Avenida do Poeta.
Neste sábado, uma mulher causou o caos ao protestar em Dos Poderes, no Parque Campo Grande. Ele apareceu pela primeira vez diante do Comando Militar Ocidental de cueca e depois se despiu ao embarcar em um carro em frente ao gabinete do governador, onde foi cercado por policiais militares. No áudio, ele disse que tem o direito de fazer o que quiser porque é cidadão. O primeiro-ministro não informou se foi levado à polícia ou à unidade de saúde.
Imagem encaminhada Notícias de Campo Grande Um segurança que trabalha no complexo administrativo mostra a mulher em cima do carro, cercada por policiais militares. Em uma gravação, ela tira a calcinha enquanto os agentes tentam convencê-la a sair do carro. As viaturas policiais são ladeadas por viaturas durante toda a abordagem.
Mais dois policiais monitoram a situação na frente do carro. O incidente chamou a atenção de funcionários e motoristas que passavam pelo local na tarde de sábado. A movimentação ocorreu em uma das vias de acesso à sede do governo do estado.
Em áudio obtido pela reportagem, a mulher disse que “tem direito de fazer o que quiser”, pois é “cidadã”. Ele também disse que era um “protesto”. Ainda não há confirmação oficial sobre a causa do protesto ou se a polícia terá condições de lidar com ele.
Mais cedo, a mesma mulher já havia protestado em frente à CMO, na Avenida Duque de Caxias. Na ocasião, ela usava apenas calcinha e sutiã, segurando uma bandeira do Brasil sobre um Volkswagen Fox estacionado na avenida.
Motoristas que passavam pelo local capturaram vídeo do incidente. Depois de um tempo, a equipe da Polícia Militar chegou e começou a conversar com a mulher para tentar controlar a situação.
Até ao momento da publicação deste relatório, o Primeiro-Ministro ainda não informou se o manifestante foi levado à polícia ou à unidade de saúde. A reportagem está em contato com a corporação e atualizará o texto assim que receber resposta oficial.






