Segunda-feira, 11 de maio de 2026 – 21h37 WIB
Jacarta – Esposa da cabeça do ramo tardio (estresse) banco em Jacarta com as iniciais MIP (37) recusou um pedido de desculpas dos três membros acusados TNI em casos de suposto sequestro e assassinato seu marido.
“Peço-lhe que não me obrigue a pedir desculpas neste momento porque isto é doloroso para mim”, disse a esposa do chefe do banco, Puspita Aulia, durante o interrogatório de testemunhas adicionais no suposto sequestro e assassinato de um chefe de agência bancária (táxi) em Jacarta com as iniciais MIP (37) no Tribunal Militar II-08 Jacarta, Cakung, Leste de Jacarta, segunda-feira.
Puspita disse que as ações dos três membros do Kopassus a fizeram sentir-se magoada.
“O que aconteceu ontem é algo que faz meu coração doer pelo resto da minha vida”, disse ele.
Diante do painel de juízes, Puspita expressou seu sofrimento após a morte do marido. Ele agora tem que sustentar seus filhos pequenos e suportar sozinho o fardo financeiro e mental.
“Como deve uma esposa sustentar os filhos sem marido? Como os seus filhos e filhas irão suportar mental e fisicamente se se lembrarem que o seu pai foi raptado, torturado até à morte, tanto em casa como principalmente na escola, o que se torna tema de discussão entre amigos e familiares na escola”, disse.
Puspita disse ainda que os filhos continuam a sentir falta da figura do MIP como pai, já falecido. Em suas orações, há esperança de que o MIP possa retornar, mesmo que apenas por um momento, como uma forma de saudade da proximidade com o pai.
“Talvez não diretamente, mas a certa altura este irmão mais novo terminou as suas orações matinais e rezou: ‘Oh, Alá, perdoa o pai, ó Alá, cuida do pai aí, ó Alá, podes vir aqui por um momento’, porque o meu falecido marido era muito próximo dos seus filhos”, disse Puspita.
A tentativa de pedido de desculpas foi apresentada originalmente pelos assessores jurídicos dos três réus. O consultor jurídico também orou para que o espírito do MIP fosse aceito pelo Deus Todo-Poderoso.
“Do fundo do coração, pedimos desculpas profusamente à família dos falecidos senhor e senhora, se vocês podem perdoar os réus, embora eles tenham que ser punidos o mais severamente possível, porque, como seres humanos, temos que perdoar uns aos outros para que os falecidos ali estejam calmos e o risco será suportado pelos réus pelo que fizeram”, disse o Assessor Jurídico.
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“Nós da unidade pedimos desculpas profusamente, mas humanamente, podemos abrir a porta ao perdão para que o falecido ali fique tranquilo e possa aceitar tudo o que os réus fizeram, para que o falecido ali fique tranquilo, mãe”, continuou a Assessora Jurídica no julgamento.







