Durante o retorno de “Another Missing Day”, o motorista falou sobre suas emoções após a morte de sua mãe.
Mário Pergolini voltou para “Mais um dia perdido” (El Trece) após a morte de sua mãe, então ele teve que cancelar os discos. No meio desse duelo, o motorista surpreendeu o público ao mencionar como foi viver esse momento. Durante a abertura, ele ficou visivelmente magoado com a derrota recente.
“Tem sido difícil para mim, obrigado a todos… muito amor de todos, obrigado a todos”ele afirmou, sua voz embargada de emoção. Ao mesmo tempo, com o humor azedo que lhe é característico, deu alguns detalhes do despertar, enfatizando a decoração específica. Poucas horas antes, o líder havia se comunicado com seus seguidores via streaming.
“Obrigado pelo carinho de todos. A verdade é que todos foram muito gentis comigo, com minha família, foram muito respeitosos, em campo, em todos os lugares. A verdade é que agradeço muito a eles. Só tenho palavras de gratidão neste momento.”Pergolini havia confirmado em seu canal no YouTube.
Quem foi Beatriz Mancione, mãe de Mario Pergolini
A morte da mãe de Pergolini, Beatriz Mancione, causou uma profunda reviravolta no mundo do entretenimento. Embora sempre tenha se mantido discreto, sua figura foi crucial na vida do motorista, que em diversas entrevistas compartilhou memórias, anedotas e reflexões sobre a intensa relação que os unia.
Beatriz Mancione Ela era dona de casa e desempenhou um papel fundamental na criação dos filhos. Pergolini descreveu-o como um uma mulher com um carácter forte, exigente e muito especial. Com seu estilo direto e muitas vezes irônico, o apresentador revelou que sua mãe foi uma das pessoas que mais influenciou sua personalidade e percepção de vida.
Ao longo dos anos, Mario Pergolini falou abertamente sobre seu relacionamento com a mãe. Longe de idealizá-lo, reconheceu que se tratava de uma relação intensa com contradições e lições. No entanto, destacou também que Beatriz lhe deu muita liberdade quando criança, o que ele apreciou especialmente ao longo do tempo.
Nos últimos anos, Beatriz viveu um dos desafios mais difíceis da sua vida: a perda da visão. Segundo Pergolini, a situação era particularmente difícil porque ela morava sozinha e valorizava sua independência.
Diante desse cenário, a gestora junto com sua equipe desenvolveram uma ferramenta de inteligência artificial para auxiliá-la no dia a dia. O sistema lia as notícias para ela, tocava rádio e fazia com que ela se sentisse mais acompanhada, devolvendo-lhe um pouco da autonomia perdida.







