Mais de um milhão de jovens não trabalham, não estudam nem seguem qualquer formação (Neet), novos números revelam a dimensão da crise.
Em novos dados divulgados na quinta-feira, o Gabinete Nacional de Estatísticas indicou que o número de redes aumentou para o nível mais elevado pós-pandemia de 1,01 milhões nos três meses de janeiro a março, informou o Gabinete Nacional de Estatísticas.
Novos números oficiais mostram que o número de jovens que não trabalham, não estudam nem seguem qualquer formação (Neets) aumentou para um máximo pós-pandemia de 1,01 milhões nos três meses de Janeiro a Março.
Isto representa um aumento de 89.000 em relação ao ano anterior e de 55.000 em relação ao trimestre económico anterior.
Elise Rohan, chefe de produção do mercado de trabalho do ONS, disse que o aumento foi “impulsionado por um maior número de jovens que já não procuram trabalho”.
A notícia surge no momento em que o ex-secretário da Saúde do Trabalho, Alan Milburn, que lidera a revisão governamental da questão, alerta que o Reino Unido “arrisca uma geração perdida” se os ministros não conseguirem combater urgentemente o desemprego juvenil.
Esta é uma notícia de última hora. Atualizações a seguir…







