Uma dona de casa de 27 anos foi presa nesta terça-feira (9) sob suspeita de queimar gravemente a própria filha de 2 anos ao jogar líquido quente no rosto da criança na Aldeia Lima Campo, em Ponta Porã, a 313 quilômetros de Campo Grande. A menina recebeu atendimento médico e foi para Dourados devido à gravidade dos ferimentos.
Na Aldeia Lima Campo, em Ponta Porã, a 313 quilômetros de Campo Grande, uma mulher de 27 anos foi presa nesta terça-feira (9) sob suspeita de jogar líquido quente no rosto da própria filha de 2 anos. A criança sofreu queimaduras de segundo grau e foi transferida para Dourados. Segundo testemunhas oculares, a mãe ficou furiosa depois que a filha reclamou de fome. O suspeito foi encontrado embriagado. O Conselho Tutelar acompanha o caso.
O caso chegou ao conhecimento da Polícia Militar depois que um líder tribal relatou a situação por meio de uma mensagem. Quando a polícia chegou à aldeia, foi informada de que a criança já havia sido levada para atendimento médico.
Segundo relatos colhidos no local, a mãe ficou revoltada após a filha reclamar de fome. Testemunhas disseram que a mulher tinha caldo quente em uma panela e em determinado momento jogou o líquido na menina.
O avô da criança disse que ouviu os gritos do neto e viu a filha já segurando a menina ferida. Segundo relato entregue à polícia, a mulher disse que ficou muito irritada ao bater na criança.
Moradores ajudaram no resgate e levaram a vítima à unidade de saúde local. A partir daí, a equipe médica providenciou a transferência do paciente para o Hospital Regional de Ponta Porã.
Segundo informações médicas prestadas à polícia, a menina sofreu queimaduras de segundo grau no rosto. Devido à extensão dos ferimentos, a equipe médica solicitou a transferência de Durados para uma unidade especializada.
Segundo o boletim de ocorrência, testemunhas afirmaram que a criança já havia sido vítima de uma agressão anterior. Esse histórico será examinado durante a investigação.
O suspeito foi localizado na vila e levado para a delegacia. A polícia registrou que ele apresentava sinais de embriaguez e não conseguiu dar uma explicação coerente sobre o ocorrido.
O Conselho Tutelar acompanhou o caso. As circunstâncias do ataque e as circunstâncias da criança serão investigadas pelas autoridades responsáveis.










