Domingo, 29 de março de 2026 – 07h17 WIB

VIVA – Ataques dos Estados Unidos e de Israel contra Irã em 28 de fevereiro de 2026, danificou várias instalações públicas no Irã, ceifando milhares de vidas e matando o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei.


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O Irã alerta os países do Golfo: não permitam que os inimigos lancem ataques a partir do seu território!

Em resposta, o Irão lançou ataques a uma série de instalações militares dos EUA em país-Países do Oriente Médio e restringir travessias em Estreito de Ormuz.

A escalada das tensões em torno do Irão também levou a um bloqueio de facto do Estreito de Ormuz, que é a principal rota de transporte de petróleo e gás natural liquefeito dos países do Golfo Pérsico para os mercados globais.


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EUA negociarão acordo de paz com o Irã esta semana

O bloqueio afetou o nível de exportação e produção de petróleo na região. Como resultado, os preços dos combustíveis aumentaram na maioria dos países do mundo.

Seguindo as restrições, cerca de 1.900 barco O comércio comercial tem sido dificultado na área do Estreito de Ormuz, especialmente no Golfo Pérsico, desde as operações dos EUA e de Israel contra o Irão em 28 de Fevereiro de 2026.


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Desde o início do ataque, Teerão fechou efectivamente a via navegável estratégica a navios afiliados aos EUA e a Israel, paralisando o tráfego marítimo no estreito.

Os navios da região que se preparavam para cruzar o estreito não puderam continuar devido às tensões militares, com a maioria dos navios presos ancorando em mar aberto.

Entretanto, Teerão afirmou que navios de outros países que não os EUA e Israel ainda poderiam passar pelo Estreito de Ormuz, desde que não estivessem envolvidos ou apoiassem a agressão contra o Irão e cumprissem integralmente os regulamentos de segurança e proteção.

A seguir está uma lista de países cujos navios são autorizados pelo Irã a cruzar o Estreito de Ormuz, citada de várias fontes.

1. Rússia, China, Índia, Paquistão e Iraque

O Irão permitiu que navios de vários países amigos, incluindo a Rússia, passassem pelo Estreito de Ormuz.

“Permitimos que navios da China, Rússia, Índia, Paquistão e Iraque, bem como de outros países que consideramos amigos, passassem pelo Estreito de Ormuz”, disse o ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, conforme relatado por Entredomingo, 29 de março de 2026.

Araghchi acrescentou que Teerã não tinha motivos para permitir que “navios inimigos” passassem pelo Estreito de Ormuz.

2. Malásia

Além dos países amigos mencionados acima, o primeiro-ministro da Malásia, Anwar Ibrahim, afirmou que os petroleiros malaios também seriam autorizados a passar pelo Estreito de Ormuz, de acordo com um relatório da Agência de Notícias Anadolu de 27 de março de 2026.

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Pela autorização de travessia, Anwar Ibrahim agradeceu ao presidente iraniano Masoud Pezeshkian.

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