Sexta-feira, 1º de maio de 2026 – 14h06 WIB
Jacarta – Caso de alegado abuso de uma Auxiliar Doméstica (ART) que arrastou nomes Nada Wartia Trigina ou o que é conhecido como Erin de volta aos holofotes do público.
Este incidente surgiu após um relato de uma distribuidora de TARV, Nia Damanik, que alegou ter recebido uma denúncia diretamente de uma vítima chamada Hera. Vamos, role mais!
Segundo Nia, o incidente começou com um telefonema que ela recebeu à tarde. Em estado de pânico, Hera pediu ajuda para ser imediatamente buscada na casa onde trabalhava. Ele admitiu que sofreu violência física bastante grave.
“Ontem, às três da tarde, recebi uma ligação. Eles disseram: ‘Olá, irmã, me ajude. Por favor, me pegue aqui. Fui atingido aqui. Fui atingido na cabeça por uma vassoura'”, disse Nia, citando um vídeo transmitido no YouTube, sexta-feira, 1º de maio de 2026.
As alegações temporárias são de que os atos de violência foram desencadeados por coisas relativamente triviais. Dizem que Hera atrasou o fechamento das janelas da casa, o que despertou a raiva de Erin.
Esta situação teria resultado em ações físicas contra o membro da família.
“Ele disse que não fez nada de errado, só porque demorou para fechar a janela, levou um chute. Enquanto estava agachado, deu um chute na cabeça dele”, continuou.
Não permanecendo em silêncio, Nia admitiu que tentou entrar em contato com o ex-marido de Erin, André Taulanypara pedir esclarecimentos ou assistência. Porém, André Taulany optou por não se envolver nesta questão e sugeriu que este problema fosse resolvido através de canais legais se houvesse provas fortes.
“O senhor Andre disse: ‘Não tenho nenhum relacionamento. Se houver provas, basta denunciar à polícia'”, disse Nia.
Os esforços de Nia para buscar Hera diretamente na casa de Erin não foram fáceis. Ele admitiu que foi bloqueado pelas forças de segurança e não foi autorizado a entrar na casa. Essa condição o deixou ainda mais preocupado com o estado da vítima.
“Sim, nós seguimos. Reportamos à Polícia. Da Polícia fomos acompanhados para chegar lá”, disse Nia.
A situação ficou ainda mais tensa quando Nia admitiu ter ouvido gritos vindos de dentro de casa ao tentar ir ao local com as autoridades. Ele suspeitava que a vítima tivesse sofrido novos atos de violência.
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“Não sei, lá de dentro, socorro, socorro, ele estava gritando. Acontece que ele disse que foi estrangulado, arranhado. Ficamos confusos. Não abrimos a porta”, acrescentou.






