Blazers oversized com camadas de silhuetas soltas, jaquetas bomber, blusas rendadas, jeans brilhantes e roupas texturizadas coexistiram na preparação para o grande evento na quarta-feira, 20. Cada olhar em diálogo com o DNA Kosiuko: uma marca que existe há 35 anos desde reinvenção constante, audácia estética e uma forte identidade visual.

Mulheres de diversas idades circulavam pela sala tirando fotos e comentando lembranças associadas à empresa. Muitos cresceram usando Kosiuko; outros encontraram na marca uma forma de expressar personalidade, rebelião ou liberdade.

Cynthia Kern apareceu no meio dessa atmosfera. Emocionada e circulando com sua energia característica, ela cumprimentou pessoalmente cada pessoa que entrou na sala para participar de uma conversa repleta de criatividade, autoconsciência e construção de identidade..

Emocionada e circulando com sua energia característica, ela cumprimentou pessoalmente cada pessoa que entrou na sala para participar de uma conversa repleta de criatividade, autoconsciência e construção de identidade.

Com seu clássico cabelo loiro com ondas suaves, camisa branca com gravata combinando, colete preto com franjas, calça social preta e salto agulha combinandoCynthia recebeu o público com um misto de entusiasmo, intimidade e sensibilidade.

O passeio pré-encontro foi acompanhado por diversos totens com vídeos históricos da campanha, trechos de desfiles, bastidores e looks com emblemas da marca. As imagens reforçaram a sensação de estar diante de uma marca que conseguiu criar um universo próprio dentro da moda argentina.

O passeio pré-encontro foi acompanhado por diversos totens com vídeos históricos da campanha, trechos de desfiles, bastidores e looks com emblemas da marca.
As imagens reforçaram a sensação de estar diante de uma marca que conseguiu criar um universo próprio dentro da moda argentina.

Casada com Federico Bonomi e mãe de quatro filhos, Cynthia estava prestes a abrir o seu coração a um público de seguidores, clientes históricos e mulheres interessadas em ouvir reflexões sobre estilo, autenticidade e reinvenção pessoal.

Cynthia Kern com Federico Bonomi.

“Que as mulheres possam se conectar com sua essência”

Em diálogo com Para vocêKern falou do profundo trabalho pessoal por trás da proposta. “É um discurso que trabalhei muito, passei muitos dias escrevendo, revivendo momentos da infância e da adolescência, coisas que são relevantes. “O que procuro hoje neste estilo de conversa é algo que transpareça”, explicou.

Com o olhar sempre focado na transformação e na sensibilidade, ele se aprofundou na mensagem que queria transmitir. “Que as mulheres possam se conectar com a sua essência. Será sobre estilo pessoal, e falar sobre isso é algo muito delicado, muito difícil.. Não é algo que todo mundo tem hoje”, disse ele. “Hoje estou procurando ferramentas que possam ser colocadas em prática”, acrescentou.

“É um discurso que trabalhei muito, passei muitos dias escrevendo, revivendo momentos da infância e da adolescência, coisas que são relevantes. O que procuro hoje nesse estilo de conversa que transcende”, explicou.

O empresário também refletiu sobre a importância de sair dos moldes previamente criados. “Quando você vê que existe as marcas que inovam, criam novidades, loucuras, ousam, coisas modernas que fazem, deixam um padrão pré-determinado. É se descobrir e entender quais são as nossas qualidades, quais são as coisas que você pode desenvolver e colocar em prática.“, ocorrido.

“É descobrir a si mesmo e entender quais são as nossas qualidades, quais são as coisas que você pode desenvolver e colocar em prática.”

A influência de sua mãe e a formação de Kosiuko

A palestra começou com grandes imagens de sua vida projetadas em uma tela: cartões postais de família, fotos de infância, gravidez, campanhas e lembranças pessoais. Palavras como “ladino”, “magnético”, “criativo”, “corajoso” e “poderoso” acompanharam a colagem visual que resumiu seu universo.

A palestra começou com grandes imagens de sua vida projetadas em uma tela: cartões postais de família, infância, gravidez, campanhas e lembranças pessoais.

Kern também lembrou o papel essencial de sua mãe na formação de sua identidade estética e emocional. “Ver minha mãe se arrumando quando ia ao teatro, se maquiando, penteando o cabelo, usando peles… Quero confessar uma coisa, as primeiras roupas que começamos a fazer em Kosiuko foram roupas que roubei do armário da minha mãe. Foi daí que eu realmente tirei os moldes”, ela disse animadamente enquanto o observava do palco.

“A roupa é a nossa segunda pele: algo para alimentar, para abrir asas, para cuidar. E temos que alimentá-la”, refletiu mais tarde.

Construindo estilo pessoal e escolhendo roupas com identidade

Com uma mudança de guarda-roupa baseada em uma roupa preta brilhante, Cynthia continuou usando outro ponto de discussão para aprofundar sua ideia de a construção do estilo pessoal e a importância de desenvolver a identidade através da moda. Não falando apenas de tendências, a empreendedora focou na ligação emocional com o vestuário e em como cada mulher pode descobrir o que realmente a representa.

Não falando apenas de tendências, a empreendedora focou na ligação emocional com o vestuário e em como cada mulher pode descobrir o que realmente a representa.

“Editar o camarim exige julgamento e vontade. O segredo é reconhecer o inevitável, que também chamamos coisas essenciaisvocê se lembra E ao mesmo tempo encontrar aquelas peças fetichistas que nos tornam únicos“, expressou, voltando a um conceito que já havia compartilhado anos atrás em entrevista ao Para Ti.

A partir dessas reflexões, Cynthia lembrou como essa ideia de “roupas de fetiche“, peças imbuídas de valor emocional e pessoal que sobrevivem à passagem do tempo, às tendências e às diferentes fases da vida.”Há muitos anos escrevi um artigo para a revista Para Ti onde falei sobre o que são roupas fetichistas: aquelas roupas que você nunca tira do armário, que você ama, que você guarda com carinho, não importa a idade, você sempre as escolhe.“, disse ele com entusiasmo.

“Editar um camarim exige julgamento e vontade. O segredo é reconhecer o essencial, que é o que a gente também chama de essencial, lembra? E ao mesmo tempo encontrar aquelas peças fetichistas que nos tornam únicos”, expressou, retomando um conceito que já havia compartilhado anos atrás em entrevista a Para Ti.

Isto foi explicado pelo diretor criativo de Kosiuko Esses tipos de roupas são o que, em última análise, criam uma identidade autêntica e emocional em torno da peça.. Além de modismos passageiros ou imposições externas, ela enfatizou a importância de aprender a se conhecer e de se esforçar para explorar o que realmente cria conforto, segurança e desejo.

Diante disso, Cynthia refletiu sobre a necessidade de apostar em um estilo próprio, sem condições relacionadas à idade ou às expectativas alheias. “Procuro mulheres cancheras. Estilo não tem idade, a maneira como você veste suas roupas muda.“, ocorrido.

O empresário também explicou como essa filosofia permeia todas as decisões criativas da marca. “Tenho interesse em criar universos visuais e objetos com alma. Roupas e imagens que não só combinam com as tendências, mas também com o estilo de vida e o sentimento. Coisas que me desafiam primeiro, o eu que quer habitar, usar, observar e fazer parte do meu mundo cotidiano“, ressaltou.

“Procuro mulheres descoladas. Estilo não tem idade, o jeito de vestir muda”, disse.

Para frente e para trás com o público, Cynthia foi espontânea, calorosa e muito aberta ao diálogo. Ele respondeu perguntas sobre criatividade, insegurança, evolução pessoal e até mesmo os momentos de autoexigência e autocrítica que vivencia mesmo em suas mais de três décadas de experiência.

Cynthia Kern com sua mãe.

Ao mesmo tempo, deixou claro quais são seus pilares mais importantes hoje: família, sua ligação com Deus e a Virgem, aprendizado constante e compromisso de se reinventar. Com uma marca consolidada a nível nacional e internacional desde 1992, a Kern tem garantido que continua a avançar para novos desafios com a mesma curiosidade e paixão desde o início.

O toque final da conversa foi dado com uma mensagem pensada e significativa com o desejo de influenciar a perspectiva de todos os presentes: “Talvez o verdadeiro objetivo nunca tenha sido parecer perfeito. É nos ver cada vez mais como realmente somos, e assim será.“.

O toque final da conversa foi apresentado com uma mensagem atenciosa e significativa com o desejo de influenciar a perspectiva de todos os presentes.

A reflexão atraiu aplausos altos e entusiasmados do público. Entre cumprimentos, fotos e um abraço comovente com a mãe, Cynthia Kern encerrou um dia repleto de introspecção, criatividade e busca constante pela autenticidade.

Créditos: Chris Beliera

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