O idoso se recusou a respirar, apresentou sinais de embriaguez e foi preso em flagrante

Front-end do Ford F4000 com impacto de colisão. (Foto: Direto das Ruas)

O motorista Sebastião Antunes de Almeida, de 72 anos, admitiu à polícia que bebia antes do acidente que o Guarda Civil Metropolitano Eugênio Zanatto Neto, 47 anos, sofreu no início da noite desta quarta-feira (20), no cruzamento das ruas Padre Damião e Barão de Campinas, no bairro Grande Universidade do bairro Pianoso. Ele recusou o teste do bafômetro e foi preso legalmente.

O motorista, de 72 anos, admitiu ter bebido antes do acidente que matou o guarda civil de Campo Grande, Eugênio Zanatto Neto, 47. Sebastião Antunes de Almeida recusou o bafômetro e foi preso em flagrante. O caminhão entrou na faixa da frente e atingiu a motocicleta da vítima, matando-o no local. Um caso foi registrado sob a acusação de homicídio culposo por intoxicação.

De acordo com a fonte do incidente Notícias de Campo GrandeAo ser convidado a fazer o teste do bafômetro, o motorista disse que não faria o teste porque havia consumido bebida alcoólica pouco antes da colisão. Diante do depoimento, os investigadores prenderam o idoso e acionaram uma equipe da Guarda Civil Metropolitana para levá-lo ao Depak Sepol (Delegacia Comunitária de Atendimento de Emergência do Centro Especial Integrado de Polícia).

O depoimento de embriaguez elaborado pelo BPMTran (Batalhão de Polícia Militar de Trânsito) indicava que Sebastião apresentava odor etílico, dificuldade de manter o equilíbrio e comportamento agitado.

Sebastião dirigia uma caminhonete Ford F4000 azul na direção sul-norte pela Rua Padre Damião, quando começou a virar à esquerda para acessar a Rua Barão de Campinas. Durante a manobra, o carro desviou para a faixa contrária e bloqueou a passagem da motocicleta conduzida por Eugênio, que seguia no sentido contrário.

A guarda municipal caiu no chão em um encontro cara a cara. O caminhão então atropelou a vítima. Equipes do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foram acionadas, mas Eugênio morreu antes que o socorro chegasse. A equipe da Ursa 02 confirmou a morte.

Segundo a polícia, testemunhas relataram que o motorista fugiu do local logo após o acidente. A polícia fez buscas no bairro e localizou Sebastião em uma residência na Rua Barão de Campinas, próximo ao local do acidente.

Imagens de câmeras de segurança de imóveis próximos registraram o momento da colisão. Os vídeos mostram o caminhão entrando na pista contrária ao fazer uma curva e bater na motocicleta conduzida pela Guarda Municipal.

A parte dianteira do caminhão ficou destruída com o impacto. A motocicleta Honda CG Titan azul conduzida por Eugênio foi danificada na lateral direita e na frente. O caminhão parou cerca de 50 metros após o local do acidente.

O caso foi registrado como homicídio culposo durante condução de veículo automotor sob efeito de álcool e condução com comprometimento da capacidade psicomotora devido ao álcool.

Condolências publicadas pela GCM. (Foto: Reprodução)

lamentou a morte da corporação – A GCM (Guarda Civil Metropolitana) apresentou condolências pela morte de Eugênio. Na publicação, a corporação destacou a dedicação do colaborador ao longo de sua carreira e disse que seu trabalho “deixou uma marca na história da organização”.

A nota expressa solidariedade aos familiares e amigos da Guarda Civil neste momento de luto.

Eugênio serviu como Guarda Civil Metropolitana em Campo Grande. Ele deixa sua esposa e dois filhos.

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