Agetran alerta sobre patinetes em CG

Em 11 dias de operação, os patinetes elétricos compartilhados já contam com cerca de 7 mil usuários cadastrados e já foram realizadas 20 mil viagens para Campo Grande. Esses números foram revelados na manhã deste sábado (18), durante campanha educativa no Parque das Nações Indígenas, promovida pela empresa JET.

Em 11 dias de operação, os patinetes elétricos compartilhados já registraram 7 mil usuários e 20 mil viagens em Campo Grande. A empresa JET promoveu uma campanha educativa no Parque das Nações Indígenas, fornecendo instruções para uso seguro. O equipamento acontece na zona central, no Parque dos Poderes e no Parque Sóter, com limite de 20 km/h nas ciclovias e 6 km/h nos passeios. Recomenda-se o uso de capacete mesmo em viagens curtas.

O evento, gratuito e aberto ao público, reuniu moradores interessados ​​em conhecer os equipamentos ou tirar dúvidas. Max Stepanov, diretor do departamento de promoção da JET, explica que as scooters geralmente são fáceis de adaptar, o que facilita a adoção. “Se você sabe andar de bicicleta, então já sabe andar de scooter”, disse ele.

Max também destacou a importância de dar passagem aos pedestres e seguir as regras de convivência. “Na estrada a prioridade são os pedestres. Quem anda de scooter deve cuidar das pessoas ao seu redor e usar a ciclovia sempre que possível”, afirmou.

(Artista: Thynara Fontura)

O diretor alertou ainda para restrições do sistema, como áreas onde os equipamentos ficam lentos ou bloqueados automaticamente, o que impede que as viagens terminem além dos pontos autorizados. Atualmente, os utentes podem deslocar-se pela zona central, Parque dos Poderes e Parque Sóter.

A gerente de educação de trânsito da Agetran, Andressa Oliveira, disse que apesar da novidade, o patinete deve ser tratado com responsabilidade. “Temos que lembrar e ressaltar que isso não é um brinquedo. É uma ferramenta de mobilidade, um meio de transporte”, disse.

Segundo Andreas, o uso deve ser individual e, sempre que possível, com capacete. “Mesmo em viagens curtas, o capacete deve ser usado e bem ajustado à cabeça”, enfatizou.

Johnny Areco aproveitou a ação para experimentar o patinete pela primeira vez (Foto: Judson Marinho)

Ele também estabelece as regras básicas de circulação. Nas ciclovias, o limite de velocidade é de 20 km/h e os motoristas devem respeitar a sinalização, inclusive parar completamente nos cruzamentos. Nas calçadas, a velocidade máxima é de 6 km/h, com atenção redobrada para áreas onde há grande circulação de pessoas.

Quem participou da ação aprovou a iniciativa. O administrador Johnny Areco Balbuena, 54 anos, experimentou a scooter pela primeira vez e viu potencial para o uso diário. “Principalmente pela mobilidade no centro, onde trabalho. Às vezes você precisa resolver alguma coisa rápido e tem essa opção de viajar”, ​​comenta.

Ele também destacou a importância da orientação. “Vim buscar esse guia para ter segurança, porque faz muito tempo que não ando de bicicleta e dizem que é a mesma coisa. Na verdade, não é tão difícil”, disse.

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