Após a morte de Ulixa Toloza em Bogotá, surgiu um caso semelhante envolvendo uma jovem hospitalizada em Ibagué, Colômbia, que foi submetida a um procedimento cosmético.

Segundo a denúncia, a vítima é uma mulher de 23 anos cuja identidade não foi divulgada. A jovem teve que ser levada às pressas ao hospital após passar por lipotransferência em um centro de estética localizado no bairro Jardin, em Ibagué.

O caso começou a chamar a atenção após a morte da mulher Ulixa Toloza, de 52 anos, que foi evacuada de uma clínica de estética ao sul de Bogotá em estado crítico e cujo paradeiro permaneceu desconhecido durante seis dias.

O centro de estética foi fechado após denúncia de Ibagué

A Secretaria de Saúde de Ibagu afirmou que o centro de estética onde uma jovem de 23 anos fez lipotransferência não estava autorizado a realizar procedimentos invasivos. Diante da denúncia, as autoridades ordenaram o fechamento do local enquanto é realizada uma fiscalização para verificar as condições do estabelecimento.

A secretária de Saúde de Ibagué, Yennefer Guzmán, explicou que a denúncia foi recebida na segunda-feira, 11 de maio, e imediatamente foi acionada uma resposta institucional para tratar do caso e avaliar a situação do paciente afetado.

“Neste momento podemos oferecer um pouco de tranquilidade: o paciente está estável e recebendo o tratamento necessário, o que não lhe foi negado e, pelo contrário, confirmado desde sua internação na instituição de saúde”, disse Yennefer Guzmán em vídeo.

Eles detectam irregularidades na estética de Piel Canela

As autoridades sanitárias de Ibagué afirmam que os estabelecimentos Peel Canela não estão autorizados a realizar procedimentos estéticos invasivos. Essa irregularidade foi detectada durante a fiscalização do caso de uma jovem que deu entrada no hospital após lipotransferência naquele centro estético da cidade.

O Ministério da Saúde explicou que apenas tratamentos superficiais podem ser feitos em locais que não representem risco à saúde dos pacientes. Por esta razão, as autoridades reiteraram a importância de verificar as aprovações relevantes antes de realizar procedimentos médicos ou estéticos invasivos.

“Nestes espaços só podem ser tratadas superfícies que não representem risco para a saúde. Portanto, é fundamental verificar se possuem a devida autorização, aprovação e reconhecimento”, recomendou o Ministério da Saúde.

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