A Europa prepara-se para uma crise de oferta e um choque de preços à medida que o conflito no Irão se arrasta.

Diversificou o fornecimento de energia, construiu terminais de GNL e reduziu a sua dependência da Rússia.

A Europa pensou ter aprendido a lição depois da guerra na Ucrânia.
Mas hoje enfrenta outro choque energético.

E desta vez poderá ser ainda pior, já que a guerra no Irão interrompe o abastecimento através do Estreito de Ormuz.

Está a acontecer quando as reservas de gás da UE são invulgarmente baixas.

Isso significa que a Europa estará a competir com a Ásia para encher os seus tanques de armazenamento, o que poderá forçar o preço do GNL a subir ainda mais.

As contas de eletricidade estão subindo.

A indústria está sob pressão.

Os governos estão intervindo para amortecer o golpe.

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