Os membros europeus da OTAN lutaram ontem para exigir esclarecimentos do secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, sobre os movimentos de tropas em Washington, enquanto tentavam reprimir a raiva do presidente Donald Trump em relação ao Irão antes da cimeira de julho.
Quando os ministros dos Negócios Estrangeiros da NATO se reuniram em Helsingborg, na Suécia, Trump anunciou que enviaria 5.000 soldados para a Polónia, uma aparente reversão do plano de destacamento anteriormente cancelado de Washington.
A mudança foi bem recebida pelo chefe da NATO e pelo primeiro-ministro da Polónia, mas levantou preocupações sobre a falta de coordenação entre os Estados Unidos e os seus aliados. O primeiro-ministro polaco, Donald Tusk, escreveu no
“É realmente confuso e nem sempre fácil de navegar”, disse a ministra das Relações Exteriores sueca, Maria Malmö Steinegaard. A atitude de Trump parecia estar prestes a mudar depois que Washington anunciou repentinamente a retirada de 5.000 soldados da Alemanha após uma disputa com o chanceler alemão Friedrich Merz.
Rubio insistiu que a decisão dos EUA sobre as tropas “não foi punitiva” e resultou da necessidade de Washington de “reexaminar” continuamente os destacamentos para satisfazer as suas necessidades globais.










