A administração Trump retirou a sua declaração de que os não-cidadãos que procuram residência permanente nos Estados Unidos, vulgarmente conhecidos como green cards, terão de regressar aos seus países de origem para se candidatarem, informa o The New York Times.
O Departamento de Segurança Interna (DHS) dos EUA disse ao jornal na sexta-feira que a política anunciada na semana passada não é exigida de todos os candidatos, mas deseja implementá-la “caso a caso”.
O porta-voz do governo Trump, Zach Kahler, disse em 22 de maio: “De agora em diante, os estrangeiros que estão temporariamente nos Estados Unidos e desejam obter um green card devem retornar ao seu país de origem para solicitar, a menos que haja circunstâncias especiais”.
O anúncio é visto como uma grande mudança na política dos EUA e levanta grandes preocupações para milhões de imigrantes que procuram tornar-se residentes permanentes nos Estados Unidos.
O presidente Donald Trump prometeu deportar milhões de imigrantes indocumentados quando concorreu à Casa Branca, mas desde que assumiu o cargo a sua administração também fechou vários caminhos legais para a residência nos EUA.
Os Estados Unidos emitem mais de um milhão de green cards por ano e, até agora, mais de metade dos requerentes já estão nos Estados Unidos, de acordo com o Conselho Americano de Imigração.
Uma autoridade dos EUA disse à AFP no sábado que a política “reafirma leis e políticas de longa data que a administração Biden ignorou”.








