O Hondius tem cerca de 150 pessoas a bordo e permanece ao largo da costa de Cabo Verde, na África Ocidental, onde se encontra pelo menos desde segunda-feira, depois de as autoridades lhe terem recusado autorização para atracar.
Três passageiros morreram no surto e a OMS informou numa atualização na quarta-feira que houve oito casos até agora, três dos quais foram confirmados como hantavírus através de testes laboratoriais.
Diretor-Geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus X disse Três pacientes com suspeita de hantavírus foram evacuados do navio na manhã de quarta-feira. A operadora de cruzeiros Oceanwide Expeditions disse em comunicado que dois deles apresentavam “sintomas graves”.
Um médico está a bordo do Hondias e outros dois especialistas em doenças infecciosas da Holanda embarcarão e permanecerão a bordo.

Governo Nacional Espanhol em Madrid disse Que as Ilhas Canárias receberiam o navio e fariam uma viagem de três a quatro dias até lá – mas o governo regional das ilhas opôs-se à mudança.
“Esta decisão não se baseia em nenhum critério técnico, nem há informação suficiente para tranquilizar o público ou garantir a sua segurança”, disse o líder regional Fernando Clavizo à estação de rádio COPE.
Clavizo disse que solicitou uma reunião de emergência com o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sanchez, embora a decisão, em última análise, caiba ao governo nacional do país, que pode ignorar as autoridades regionais.
Um britânico ainda está a receber tratamento num centro de cuidados intensivos na África do Sul.
Os três passageiros que morreram eram um casal holandês e um cidadão alemão. Ninguém foi identificado.







