A temporada do Graulhétois Sporting Club termina com um registo misto. Na nona colocação, a equipe voltou ao caminho certo após uma péssima largada. Menor orçamento, maior treinamento e top 6 à vista. Fazemos um balanço com os co-presidentes do clube de rugby, Jérôme Montbroussous e Jérôme Gilbert.
Quais são os resultados da equipe 1 na última temporada?
J. Montbroussous: É misto. Terminamos em 9º lugar com uma temporada de duas etapas. Depois de um primeiro jogo complicado, a equipe ganhou força com grandes vitórias, principalmente contra o Orléans. Mas é sempre difícil recuperar de um mau começo.
J. Gilbert: Encontramos o combustível certo a partir de dezembro. Depois de seis primeiros jogos sem vencer, o grupo se manteve unido e mostrou que pode competir com os demais.
Quais são os pontos positivos e negativos a serem lembrados?
JM: A satisfação é a criação de um grupo real. Também estabelecemos um recorde de bónus fora de casa defensivos, prova de que estivemos muitas vezes perto. Mas a não qualificação deixa inevitavelmente um sabor amargo.
JG: O projeto do jogo foi implementado gradativamente com um grande número de partidas bem-sucedidas. Por outro lado, o início da temporada deixa alguns arrependimentos.
Quais resultados para as outras partes?
JM: Os esperançosos iniciaram um novo ciclo com uma geração jovem, numa época crucial. Os juniores alcançaram um marco ao se classificarem para a segunda fase do campeonato nacional. Os cadetes são a grata surpresa com dupla qualificação na fase final.
JG: Os acordos de mulheres com Briatexte e Gaillac foram um sucesso que queremos continuar. A escola de rugby quase dobrou seu número em três anos, apesar da saída iminente da gerente Laure Bonnet.
O organograma da equipe foi estabelecido?
JM: Dependemos da continuidade. Lionel Viguier sai mas Maxime Escur assume a liderança. Vincent Clément continua no comando da defesa, com Frédéric Manca na sua dupla função de treinador e responsável pela defesa.
JG: Entre os aspirantes, Sébastien Pagès e Patrice Serre continuam, com o regresso de Rémi Poujade como treinador. A grande novidade é a chegada de Léa Meyer como dirigente sênior da equipe, responsável pelo dia a dia dos jogadores.
Onde está o recrutamento?
JM: Está quase completo. Defendemos um recrutamento homogéneo e criterioso, que será anunciado nos próximos dias.
JG: Uma dezena de jogadores nos deixam ou param (Amans, Durango, Mara, Plane, Bonnet, D. e M. Bonnin, Doyle, Renaud, Johann, Desplan, Twum-Boafo, Escur, Régnier), por tantas chegadas. A estrutura foi preservada com cerca de vinte superestruturas e jovens integrados.
Algo novo para a próxima temporada?
JM: Num contexto económico difícil, estamos a reduzir o orçamento em cerca de 100 mil euros. A massa salarial será a mais baixa dos últimos quatro anos, o que também permitiu corrigir alguns erros. Esperava-se que a organização estivesse pronta desde o início da temporada.
JG: Continuaremos focando no treinamento, principalmente com a chegada de um treinador certificado pelo estado para a escola de rugby.
Quais são os objetivos?
JM: Sempre a vontade de levar o clube o mais alto possível. Ao lado de um Jérôme Gilbert muito dedicado, trabalhamos na mesma sintonia, apoiados por Yannick Jauzion e Romaric Maurel e todos os principais jogadores do clube.
JG: Por fim, almeje que este top 6 chegue à fase final, talvez para a última versão do Nationale 2 antes da reforma, enquanto continua a construir o clube a longo prazo.









