BENGALURU: Uma semana em um torneio longo pode parecer um botão de reset. Para o Royal Challengers Bangalore, essa pausa pode ter chegado na hora certa. Depois de um raro tropeço no Estádio M Chinnaswamy nesta temporada, o RCB deve jogar sua última partida do campeonato aqui na sexta-feira, esperando que o intervalo estabeleça o ritmo, em vez de interrompê-lo.
“É bom ter alguns dias de folga depois do último jogo porque não correu como queríamos”, disse Mo Bobat, diretor de críquete do RCB, refletindo sobre a redefinição do time. A breve pausa permite que os jogadores descomprimam antes de retornar a uma semana de preparação mais comedida.
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“No terceiro dia tivemos uma sessão com muitos caras que não estão jogando. Dessa forma, em uma semana é bom dar um pouco de carinho a esses caras e algum tempo entre eles”, acrescentou, ressaltando a importância de manter todo o elenco engajado. Segundo o inglês, estar entre os melhores times de um torneio longo não dá sensação de alívio. “É bom conseguir quatro vitórias. Obviamente não queremos duas derrotas”, disse ele, apontando para a natureza acirrada da competição.
“Você pode ganhar um jogo e subir muito ou perder um e cair. Não estamos olhando muito para a mesa – só queremos vencer o próximo jogo.”
Grande parte da consistência do RCB deve-se à liderança calma e firme de Rajat Patidar. “Planejamos com táticas agressivas, mas Rajat toma decisões e é muito bom nisso”, observou Bobat. “Um de seus maiores pontos fortes é a calma que ela tem. Mesmo em momentos caóticos ela apoia seus instintos.”
Com este último jogo em casa, o RCB está ciente do futuro. “Estamos viajando muito depois disso”, disse Bobat. “Não veremos muita coisa em Bengaluru, o que é uma pena”, acrescentou.
