Em meio à incerteza depois dois terremotos devastadores que abalaram o norte da Venezuela nesta quarta-feira, o astro do futebol espanhol, Alexia Putellasquebrou o silêncio para trazer calma aos seus seguidores. A ex-jogadora do FC Barcelona, que esteve no país sul-americano com a família para participar de um programa de treinamento e caridade administrado por sua fundação, confirmou sua boa saúde por meio de seus perfis oficiais.
“Olá a todos, dados os terremotos que ocorreram ontem na Venezuela, gostaria de informar que tanto minha família quanto eu estamos seguros em Caracas”escreveu a atleta, acalmando os temores de seus torcedores e colegas que acompanharam com preocupação sua estada na capital venezuelana.
Solidariedade com as vítimas da tragédia
Além de confirmar que nem ela nem os seus companheiros sofreram lesões físicas, Putellas utilizou a plataforma para se solidarizar com a difícil situação que o país atravessa. “Muito encorajamento a todos os venezuelanos e a todas as famílias afetadas diante desta calamidade”, dedicou o futebolista, participando nas manifestações de apoio a um país que enfrenta um momento de profunda crise após a catástrofe natural.
A presença de Putella na Venezuela teve um propósito altruísta ligado à sua fundação, uma viagem que foi abruptamente interrompida pelo impacto dos terramotos que afectaram gravemente as infra-estruturas e a segurança na região.
A escala do desastre na Venezuela
Embora continuem a chegar mensagens de apoio de vários sectores, a situação no terreno é crítica. Segundo relatórios atualizados esta quinta-feira, o número de mortos nos dois terramotos – ambos com medição superior a 7 na escala Richter – subiu para 164, enquanto o número de feridos já atingiu 971.
As autoridades e equipes de emergência continuam a trabalhar incansavelmente nos esforços de busca e resgate nas ruínas. Entretanto, milhares de residentes permanecem fora das suas casas com medo constante de mais tremores secundários, lidando com danos materiais significativos e cortes de energia que afectam várias das áreas mais duramente atingidas pela tragédia.
PA









