Em um cara-a-cara revelador com Sebastián Vignolo para ESPN, Marcelo Gallardo Ele esclareceu pontos sobre sua situação atual após a passagem como analista da Copa do Mundo de 2026. Longe de especular sobre um retorno imediato aos bancos de suplentes – inclusive negando qualquer ligação com a seleção uruguaia – o ex-técnico do River Plate hoje prioriza o seu bem-estar e a busca por projetos que realmente o mobilizem.
Gallardo reapareceu na Espanha: será o novo treinador da Real Sociedad?
O futuro do trabalho de Gallardo e a negação dos rumores
Dadas as versões que o colocavam como possível sucessor de Marcelo Bielsa ou em outros cargos imediatos, Gallardo era poderoso: “Não vou a lugar nenhum. Assumi um compromisso no passado e quero que isso seja compreendido para não criar falsas expectativas.”“O treinador explicou que a sua incursão na comunicação social foi um desafio pessoal para vivenciar o futebol de uma perspectiva diferente, mas esclareceu que não está activamente à procura de trabalho. “Quero aproveitar. Tem que ser algo que me seduza e onde me sinta representado.” ele julgou.
Gallardo falou sobre a perigosa influência das redes sociais
Um dos destaques da palestra foi sua atitude contundente em relação ao uso dos aplicativos. Para Gallardo, o celular é uma forma de “escravidão” que retarda o tempo. No entanto, a sua maior preocupação reside na forma como isto afecta os jogadores de futebol:
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O custo emocional: “Não estamos preparados para aceitar elogios ou críticas, é mentira que estamos.”
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Impacto na saúde mental: Ele alertou que a exposição constante é “agressiva” e consome energia vital que acaba afetando o desempenho e o estado emocional do jogador.
Um vínculo inquebrável com o River e elogios à seleção
Gallardo confirmou que sua relação com o River Plate é eterna, independentemente de estar ou não no clube. “Nunca irei embora; hoje não me importo mais com o que dizem ou com o barulho que faço, faço o que sinto”confessou, manifestando o desejo de frequentar o Monumental como companheiro de torcida junto com os filhos.
Por fim, ele se referiu à equipe Lionel Scalonie sublinha que se sente profundamente representado por este ciclo: “Há algo nesta seleção, na sua comissão técnica e nos seus jogadores, que me identifica. Gosto de observar o trabalho deles com respeito, pois entendo a complexidade de manter esse nível.eu”.
PA






