França x Marrocos: ‘Algumas pessoas param porque veem uma mão’… O técnico do Atlas Lions condena falta no primeiro gol dos Blues

o essencial
Pouco depois da derrota da seleção frente à França (0-2), nos quartos-de-final do Mundial de 2026, Mohamed Ouahbi foi surpreendido por uma decisão arbitral sobre o golo de Kylian Mbappé. Mas o treinador marroquino também quis dar os parabéns aos franceses.

A aventura americana termina aí para Mohamed Ouahbi e sua gangue. Derrotados pela seleção francesa na noite de quinta-feira, em Foxborough (0-2), nos quartos-de-final, os Leões do Atlas arriscam um pouco de arrependimento no final desta partida. Um encontro que o treinador marroquino analisou, in loco, ao microfone da beIN Sports. “Temos que admitir que jogámos contra uma equipa muito boa”, admitiu claramente. “Sofremos muito no primeiro tempo, tivemos o Bounou defendido na cobrança de pênalti. No segundo tempo defendemos melhor e, principalmente, com a bola, também estivemos mais tranquilos (…)”.

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\ud83d\udea8\ud83c\udf99\ue0fMohamed Ouahbi (técnico do Marrocos): “Alguns jogadores pararam porque havia uma mão na bola no gol da França!” “E com certeza foi um handebol! NÃO SEI POR QUE NÃO ENSINARAM OS OBJETIVOS DO MBAPPE”

Vamos ver se isso vai gerar tanta raiva quanto a Argentina \ud83d\ude02 pic.twitter.com/X104rUBF9a

– AM\u262c (@AbsoluteMxssi) 9 de julho de 2026

“Não sei se ela deveria ser assobiada ou não.”

No entanto, o treinador de 49 anos mostrou-se um pouco ressentido com o primeiro golo do jogo – assinado por Kylian Mbappé – aos 15 minutos. “O gol vem de bola dividida. Alguém para porque vê uma mão. E é uma mão! Não sei se deve ser apitado ou não, não sei”, diz. Poucos segundos antes de o capitão francês abrir o placar, Adrien Rabiot tocou na bola com a mão direita.

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A bola que bate na mão de um jogador NÃO é uma bola de handebol automática.

Veja por que o toque de Rabiot não é uma violação da Lei 12:

• bola inesperada após um duelo e desvio
• distância de reação muito curta
• braço em posição natural
• nenhum movimento consciente em direção a… pic.twitter.com/5wjxPw3WDT

-Henrik Karlsson (@HKReferee) 9 de julho de 2026

Nada questionável ao árbitro Facundo Tello, que não precisou consultar o VAR, a movimentação do meio-campista francês foi considerada involuntária. Apesar deste revés, Ouahbi era ambicioso para o futuro. “Se continuarmos assim, o futuro vai ser bom. Não significa que não quisemos vencer, fizemos tudo para vencer (…). Estamos muito desiludidos, mas não nos vamos deixar derrotar”, assegurou.



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