As memórias emocionais da professora sobre o desenho de Martinez quando criança

À medida que aumenta a empolgação com a nova seleção argentina para a Copa do Mundo de 2026, Sonia Reynoso, uma das professoras de Emiliano ‘Dibu’ Martinez em Mar del Plata, relembrou como era o goleiro nos tempos de escola.

As expectativas dos torcedores argentinos para a Copa do Mundo de 2026, que será realizada no Canadá, EUA e México, crescem a cada dia. Nesse contexto também Renascem as histórias e memórias de quem fez parte da vida dos jogadores que hoje compõem a seleção argentina.

Um deles é Sônia Reynoso, professora Sagrada Família de Mar del Plata, que era estudante Emiliano “Dibu” Martínez em 2003 e 2004. Com mais de três décadas de experiência na instituição, o professor relembrou com carinho o arqueiro campeão mundial e contou algumas histórias de sua passagem pelas salas de aula.

Estava sempre à espera do momento de colocar as bolas com papel e ir para a enorme esplanada onde temos que brincar. Mas naquele momento ele não salvou, ele jogou”.Ele relembrou com um sorriso os intervalos que compartilhou com seus colegas.

O que Dibu Martinez era em seus tempos de escola

Segundo Sônia, Emiliano passou a frequentar o turno da tarde, mas posteriormente foi transferido para o turno da manhã para conciliar os estudos com os treinos de futebol.

“Tivemos ele em 2003 e 2004. Desde criança ele era muito comprometido com o esporte e organizava seus horários para poder fazer tudo”, explicou.

O professor destacou ainda o apoio constante da família, principalmente do pai, que o apoiou desde os primeiros passos no futebol.

Seu pai estava sempre lá. Não só nos eventos escolares, mas também em todas as reuniões e, sobretudo, acompanhado da sua paixão pelo futebol. Eu carreguei e carreguei constantemente” ele lembrou.

Além da paixão desportiva, Sonja descreveu o actual guarda-redes da selecção nacional como um aluno responsável e determinado a cumprir as suas funções.

“Emiliano sempre acompanhou tudo. Era um menino que exigia muito, embora não fosse muito comunicativo. Teve um aprendizado completamente normal, como qualquer outro aluno”, disse.

A professora também compartilhou que muitos de seus alunos atuais costumam perguntar a ela como era Dibu na idade deles. Sua resposta é sempre a mesma: era um menino comum, com as preocupações, os estudos e as travessuras típicas de qualquer criança.

Uma memória que ainda está viva em Mar del Plata

Entre as anedotas que guardou, Sônia lembrou que a altura de Emiliano chamava a atenção já quando ele estava na sexta série.

“Ele se sentava em uma das mesas dos fundos porque era muito alto. Suas pernas sempre ficavam para fora do banco”, disse ele com humor.

Embora tenha admitido que certa vez participou de uma típica discussão de recreio, ele testemunhou que costuma assumir o papel de mediador entre os colegas.

Anos depois, tornando-se uma das maiores figuras do futebol argentino, a memória de Dibu Martinez ainda está viva em Mar del Plata. Tanto professores como alunos continuam a relembrar com orgulho a história do menino que sonhou com o futebol e que, com esforço e dedicação, se tornou campeão mundial.

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