A medida garante segurança jurídica aos empreendedores e fortalece políticas de atração de investimentos
A nova Lei do Prodes (Programa de Incentivo ao Desenvolvimento Econômico e Social) começou a produzir seus primeiros resultados em Campo Grande. A primeira empresa a cumprir todas as exigências previstas na lei modernizada recebeu uma vantagem que simbolizou uma mudança histórica na política de incentivo ao capital: a possibilidade de obtenção de escritura específica para a área concedida pelo município.
A nova Lei do Prodes começou a dar frutos em Campo Grande, primeira empresa a cumprir todas as exigências de obtenção de documentos específicos para a área concedida pelo município. A medida garante segurança jurídica e acesso a financiamento. Aprovada pelo prefeito Adrien Lopes, a lei permite que empresas que se reúnam com opositores solicitem garantia de propriedade de terras, corrigindo uma barreira histórica ao setor produtivo da capital.
A medição representa mais que a regularização de um imóvel. Para os comerciantes localizados em pólos industriais, os contratos significam segurança jurídica, valorização de ativos e fácil acesso a financiamento para expansão dos negócios.
A conquista ocorre poucos meses depois que o prefeito Adrien Lopes aprovou mudanças na Lei de Produção. A nova lei permite agora que as empresas que tenham cumprido integralmente as considerações celebradas com o município solicitem o cancelamento da cláusula de reversão e obtenham a titularidade assegurada do terreno após determinado período de permanência e regularidade.
A atualização da lei foi defendida como forma de sanar um dos principais gargalos apontados pelo setor manufatureiro. Até então, muitas empresas investiram milhões de reais em infraestrutura e geração de empregos, mas continuaram sem propriedade específica dos campos, o que limitava as operações financeiras e novos investimentos.
Segundo a Câmara Municipal, a alteração procura reconhecer as empresas que cumpriram os seus compromissos com o município, nomeadamente na criação de emprego, na atividade económica e na ocupação efetiva dos centros empresariais. A nova regra atinge também empreendimentos instalados há muito tempo, graças à aplicação anterior da lei
A reforma do programa faz parte de uma estratégia mais ampla para tornar Campo Grande mais competitivo na atração de investimentos. Além de desburocratizar, a nova lei fortalece a segurança jurídica dos empresários e cria condições para melhor aproveitamento das áreas industriais, estimulando a expansão da atividade econômica na capital.
A expectativa do sector transformador é que a regularização de empresas já estabelecidas incentive uma nova ronda de investimentos em centros empresariais, impactando assim o emprego, as receitas e o desenvolvimento económico da cidade. A distribuição dos primeiros benefícios previstos na nova lei é vista como um marco nesta nova fase do prodace, que agora premia empresas que transformaram incentivos públicos em resultados concretos para Campo Grande.







