Jogadores brasileiros das favelas do Rio encontram esperança e oportunidade através do futebol

Rio de Janeiro—— quando Brasileiro João Victor Gonçalves começou a jogar futebol num dos campos de futebol rio de janeiro Numa das favelas mais pobres e violentas, ele mal sabia que o esporte um dia o levaria a viajar para o exterior e competir internacionalmente.

No mês passado, ele voou para o México com outros nove meninos para representar o Brasil na Copa do Mundo das Crianças de Rua, um torneio para 30 seleções nacionais de meninos de famílias pobres realizado antes da Copa do Mundo deste ano. copa do mundo da fifa.

“Nunca imaginei que um dia isso aconteceria, que eu representaria meu país e faria o que mais amo – jogar futebol – em outro país”, disse Gonçalves, 18 anos. O Brasil ficou invicto e venceu o torneio, aumentando a emoção da experiência.

Como muitos brasileiros, Gonçalves e seus companheiros cresceram jogando futebol e acompanharam de perto os membros da Seleção Brasileira de Futebol, a Seleção. Eles sonham que um dia Torne-se um jogador de futebol profissional Os jogadores amam seus heróis.

Eles dizem que o programa mudou suas vidas.

Além de ser uma porta de entrada para o momento climático, o Projeto Conjunto dos Meninos de Rua Brasileiros no Complexo de Favelas Peña também permite que os participantes escapem, pelo menos temporariamente, do cotidiano marcado pela pobreza e pela violência, cultivando um sentimento de segurança, pertencimento e esperança.

A iniciativa começou em 2014, quando o Brasil sediou a Copa do Mundo FIFA. Hoje, aproximadamente 100 adolescentes participam de cursos de capacitação durante todo o ano, quatro dias por semana. O programa acolhe meninas e meninos com 6 anos ou mais.

Ryan Mercedes, 17 anos, que também foi ao México, disse que jogar futebol representava “amor, paixão e a realização de sonhos”. “Quando entrarmos nisso, é hora de nos divertirmos e nos divertirmos.”

Mas o amante do futebol Rafael Gomez disse que a realidade da vida nas favelas às vezes os incomoda. Os torcedores tiveram que interromper o jogo pelo menos uma vez devido à ação policial nas favelas.

“Estávamos treinando e de repente houve tiros e tivemos que correr e ficar no canto”, disse Gomez.

No ano passado, mais de 120 pessoas morreram durante uma operação policial fatal Os alvos em Peña e no complexo vizinho do Alemão eram membros do grupo criminoso Comando Vermelho.

Os cartéis de drogas que a administração Trump está reprimindo Recentemente decidi classificar Como organização terrorista estrangeira – controla partes do gueto. É uma tentação para os menores, que podem ser atraídos pelo crime como forma de ganhar dinheiro rapidamente.

Derica Santos, coordenadora do programa, disse que o objetivo da organização é oferecer uma alternativa a esse estilo de vida.

“Se este plano não existisse, teríamos perdido muitas vidas”, disse Santos. “Não salvaremos todos, mas salvaremos o máximo de crianças que pudermos – que não estão envolvidas no tráfico de drogas – essa será a nossa vitória”.

Carlos Cassiano da Silva, líder comunitário de favela, disse que os pais estavam gratos pelo programa porque sabiam que seus filhos teriam algo para fazer por um tempo e ficariam longe de problemas.

Da Silva acrescentou que a medida também traz boas perspectivas para Peña. “Muita gente não está acostumada a ver Peña de forma positiva e não sabe que temos coisas boas aqui”, disse.

Com a aproximação da Copa do Mundo, Gonçalves disse que espera que a Seleção siga os passos de seus companheiros e traga a Copa do Mundo de volta. troféu.

“Fizemos a nossa parte. Agora cabe à seleção brasileira”, disse Gonçalves.

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