Aos 70 anos, Claude Bretou, que vive em Montastruc-la-Conseillère, em Haute-Garonne, alcançou um feito notável ao participar numa prova de ciclismo de 400 quilómetros sem assistência.
Claude Bretou diz que não procura conquistas, mas sim uma forma de zenitude. Ele percorreu a distância de 400 km após excursões de 200 e 300 km. Aos 70 anos, o homem que mora em Montastruc-la-Conseillère, na Haute-Garonne, e percorre cerca de 10.000 km todos os anos, não segue uma dieta especial, mas pratica esportes há muito tempo: corrida, remo, antes de ingressar na seção de ciclismo da CVM em 2015, da qual será presidente até 202241.
Ainda hoje é membro do escritório e é responsável pelo passeio ciclístico “La Montastrucoise”.
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Recentemente participou no evento organizado pelo clube Castanet, um circuito de 400 km que passa por Mirepoix, Leucate, Port-la-Nouvelle, Lézignan, Rieux-Minervois, Revel e regressa a Castanet. Uma particularidade: este passeio de bicicleta acontece principalmente à noite e sem assistência.
Qualificação para BRM
“Na largada a gente dá o número para o Samu e para os bombeiros”, ri Claude, “depois a gente consegue! Eram 70 corredores na largada, mas muito rapidamente cada um pedalou no seu ritmo e a corrida ficou solitária”. O evento é uma qualificação para a obtenção do BRM (Brevet de Randonneurs Mondiaux) que permite participar de excursões de “longa distância”, sendo as mais famosas Paris/Brest/Paris.
A largada foi dada em Castanet na sexta-feira às 19h; a chegada de Claude Bretou ocorreu por volta das 15h. no dia seguinte, depois de vinte horas de bicicleta.
“Apesar da longa viagem sem dormir, não me senti muito cansado”, diz ele. O mais difícil é enfrentar o inimigo número um do ciclista: o vento. Às vezes é estressante porque dirigimos sozinhos, à noite, em estradas que não estão neutralizadas.
Você deve, portanto, garantir que a bicicleta esteja equipada para ser claramente visível e planejar o reabastecimento com a maior precisão possível.”
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Durante o percurso, cinco postos de controlo constituem pausas obrigatórias onde todos carimbam o cartão de participante confirmando a passagem.
Para além das dificuldades e limitações, Claude Bretou recorda momentos verdadeiramente mágicos: “Quando se pedala à noite, há uma sensação de paz e tranquilidade maravilhosa. Lembro-me especialmente, durante a travessia do departamento de Aude, do canto dos pássaros que acompanhou o meu passeio noturno. »










