A remoção de Boca de Copa Libertadores Ele bateu forte e o primeiro a sair e colocar no peito foi Cláudio Úbeda. Numa conferência de imprensa marcada pela dor e pela autocrítica, o diretor técnico afirma Xeneize Ele não evitou os microfones após a derrota por 1 a 0 para a Universidad Católica.
Na coletiva de imprensa após a partida, Sifón mostrou a cara e falou sobre tudo: Ele expressou seus sentimentos, reconheceu a fragilidade do papel da equipe e falou sobre a continuidade.
Grande golpe na La Bombonera: Boca perdeu por 1 a 0 para a U.Católica, foi eliminado da Libertadores e rebaixado para a Sul-Americana
“Estou muito amargurado com o resultado.”. Não há muita análise além do fato de que estávamos em busca da vitória e não conseguimos. A única vez que eles tiveram a oportunidade, eles conseguiram e nós não”, DT começou sem rodeios.
Sobre o desenvolvimento do jogo e a falta de ideias para romper o cerco chileno, analisou: “No segundo tempo chegamos, tivemos o controle da bola, mas não tivemos clareza. O rival fez o seu negócio. É nosso trabalho melhorar a eficiência e minimizar a margem de erro. Se eles te alcançam pouco e te convertem, ainda assim é um fracasso. Devemos reduzir essa margem a zero“.
Sem desculpas pelas derrotas e um pedido de desculpas aos fãs
“Talvez tenhamos perdido mais no jogo contra o Barcelona por causa das sanções e das condições em campo, mas pensar nos jogos que perdemos já não é relevante. Você tem que aceitar a derrota e mostrar sua cara.“, afirmou.
Boca ficou de fora da Libertadores e redes sociais explodiram com memes
Questionado sobre o declínio do futebol nas últimas semanas, o treinador deu uma breve explicação: “Se tenho que te contar uma coisa, Tivemos algumas derrotas que influenciaram no desempenho da equipe, mas não é hora de dar desculpas ou procurar culpados.. — Assumimos a responsabilidade pelo resultado.
Reconhecendo o calor que permanecia nas arquibancadas da La Bombonera, o treinador dedicou algumas palavras ao povo Xeneize: “Sim, decepcionamos o povo. Não conseguimos o resultado que queríamos. Não conseguimos dar um resultado positivo ao estádio, que estava lotado como sempre.”.
Dúvidas sobre sua continuidade à frente da equipe
O golpe de ficar de fora da Libertadores muito cedo deixou tudo no ar a inevitável questão do seu futuro no banco de suplentes. Longe de ratificar a sua gestão, Úbeda deixou a porta aberta a uma possível saída ou revisão do seu ciclo com a gestão.
“Não acho que seja hora de falar sobre isso. Temos que nos encontrar, conversar sobre todo o tempo que estivemos lá e tomar uma decisão“, atirou de forma perturbadora. Para fechar, ele administrou as regras do jogo em um clube com as exigências de Xeneize: “Dependemos sempre dos resultados, não depende de mim”.
FMZ









