Visit MS revela tudo, desde as pegadas dos primeiros humanos até a possibilidade da origem do universo
Passado e futuro se unem no complexo museológico da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), que mantém uma estrutura de primeiro mundo em Mato Grosso do Sul. Muarq (Museu de Arqueologia) e MCTU (Museu de Ciência e Tecnologia) combinam realidade virtual e telas sensíveis ao toque para revelar tudo, desde as primeiras pegadas humanas no MS até as possibilidades da origem do universo e para onde poderemos ir a seguir.
O Complexo Museológico da UFMS em Campo Grande reúne tecnologia de ponta e conteúdo histórico regional. Muarq e MCTU oferecem realidade virtual, telas sensíveis ao toque e exposições sobre arqueologia e cosmologia de Mato Grosso do Sul. Durante a 24ª Semana Nacional de Museus, os locais recebem visitas programadas em grupo, incluindo o planetário e o parque científico, com previsão de abertura ao público em geral em julho.
Nesta 24ª Semana Nacional de Museus, organizada pelo Ibram (Instituto Brasileiro de Museus) em todo o país e que vai até 24 de maio, será inaugurado o Templo das Musas, no terreno de Campo Grande, o melhor exemplo do que Campo Grande já criou.
relatório de Notícias de Campo Grande Ele teve a oportunidade de ver de perto a beleza desses lugares e saiu encantado com a qualidade e organização. Isso porque a tecnologia utilizada não deixa a desejar quando se trata de museus nas grandes cidades do Brasil.
Leah Raquel, pró-reitora de extensão universitária, cultura e atletismo, não mede palavras ao falar do complexo Toledo Brambilla, que ilumina diversas possibilidades de aprendizagem. “Esse é um negócio que valoriza a nossa terra e também mostra a nossa capacidade de ensinar. O conteúdo é nosso. Tudo aqui vem do Mato Grosso do Sul”, fica feliz.
Guia – A viagem começa em uma sala com um telão que exibe um filme sobre a história da UFMS. Em seguida, cada participante pode usar óculos de realidade virtual para jogar um jogo voltado ao cuidado com o meio ambiente. As crianças adoraram!
Depois entramos na Sala Universo, onde uma tela panorâmica aproxima as estrelas, planetas, asteroides e galáxias. O vídeo ensina sobre a origem da vida, parte da história da humanidade e termina perguntando para onde ainda podemos ir.
Há também uma maquete do sistema solar com os planetas suspensos e uma mesa que reflete o que está acima, e óculos de realidade aumentada, com os quais é possível caminhar pelo espaço e “tocar” o universo.
Em breve chegará a hora de aprender o que nos trouxe até aqui: nossos ancestrais guerreiros e suas ferramentas artesanais. Em Muarak, um grande livro mostra as descobertas nas cavernas da cidade de Alcinópolis, onde desenhos rupestres marcam a presença humana na região.
Na vitrine, estão expostos fragmentos arqueológicos encontrados ao longo dos últimos 27 anos em solo mato-grossense que comprovam a passagem de diversos grupos humanos que povoaram o estado no passado. Há também uma exposição sobre o contexto cultural dos ceramistas indígenas que remonta a cerca de 1.500 anos.
Por fim, outra tela gigante mostra diversos animais de diferentes épocas do mundo, como tigres dente-de-sabre e preguiças gigantes.
quem pode ir – Atualmente o espaço só aceita visitas em grupo e agendadas. A previsão é que tudo esteja pronto em julho para que os museus possam ser abertos ao público em geral.
A diretora de divulgação científica da universidade, Patrícia Colombo Mescolotti, explicou que, além dos dois museus, o espaço destinado a aproximar o público da educação científica inclui a Autosign, a livraria, que já está aberta e pode ser visitada todos os dias, e o Parque da Ciência, um local ao ar livre onde podem brincar e aprender como trabalham.
No final de todas estas áreas de visitação, encontra-se também o planetário, que é metade de um globo onde se projeta no teto o céu, a terra, a galáxia e tudo o mais possível.
Quer saber mais sobre este espaço? Acesse os seguintes links: MCTU, Murak, Parque Científico.
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