QUERIDA ABBY: Minha cunhada “Carla” tinha uma “namorada” “Susan” que ela nunca conheceu ou com quem falou no ano passado. Eles estão apenas enviando mensagens de texto. Carla diz que eles planejavam se casar quando se conheceram, mas o casamento foi cancelado várias vezes. Quando perguntei, Carla disse que havia motivos confusos para eles não conseguirem usar o FaceTime ou falar ao telefone.
Carla se ofereceu para vir mais cedo em sua estadia anual para nos ajudar enquanto eu estava fazendo uma cirurgia. Meu marido comprou uma passagem de avião para ela, mas decidiu não usá-la porque Susan estava vindo com ele e não poderia viajar naquela data. Minha esposa teve muito pouca ajuda quando minha cirurgia terminou. Carla chegou cerca de uma semana depois (sem Susan).
Ontem ele compartilhou comigo que estava procurando um vale-presente especial. Mesmo sabendo que não deveria, perguntei a quem pertenciam os vales-presente e ele me disse que eram para Susan. Não quero ajudá-lo a ser enganado. Há algo que eu possa fazer para ajudar minha sogra? Vou apenas cuidar da minha vida? – BILGE KAYNAKKADER NO ARIZONA
CARO SÁBIO BIL: Há tantos sinais de alerta em sua carta que é preocupante. Sua cunhada pode estar sendo pescada ou cometendo um golpe amoroso. Um sinal de alerta clássico é interagir com alguém que não pode ou não quer falar ao telefone ou pessoalmente. Isso ocorre quando a pessoa não tem o sexo ou a idade que afirma ter. Prometer uma reunião e ter que adiar constantemente a reunião é outra bandeira vermelha. Carla está cometendo um grande erro ao enviar dinheiro para esse “amigo”. Os cartões-presente são um canal comum usado pelos catfishers.
Os golpes românticos acontecem com tanta frequência que o FBI tem uma unidade especial que os investiga. As reclamações podem ser apresentadas através do Centro de Reclamações sobre Crimes na Internet do FBI em fbi.gov. Escusado será dizer que Carla deve cessar imediatamente qualquer contacto com esta pessoa e informar o centro de reclamações.
QUERIDA ABBY: Um membro próximo da família foi preso por pornografia infantil. Ele está fora da prisão agora. Meu marido e eu decidimos não ficar perto de nossos filhos em nenhuma circunstância. A mãe da minha esposa tem dificuldade com esse assunto e diz: “Estamos destruindo a família”. Ele diz que nossa família deveria poder ficar perto dessa pessoa desde que nossos filhos sejam supervisionados. No entanto, achamos que esta não é uma decisão que cabe a ele tomar. Meu marido e eu concordamos com os limites que estabelecemos, mas ele continua a questioná-los e a nos culpar por nossa decisão. Qual é a melhor maneira de seguir em frente? – PROTETOR NO TEXAS
Caro PROTETOR: A melhor maneira de seguir em frente é manter-se firme. Este parente mostrou que não se deve confiar nele perto de crianças. É seu dever proteger seus filhos. Não se trata de manter a família unida, mesmo que essa pessoa represente uma ameaça para ela. Não há nada pelo que você se sinta culpado.
Dear Abby foi escrita por Abigail Van Buren, também conhecida como Jeanne Phillips, e fundada por sua mãe, Pauline Phillips. Entre em contato com Dear Abby em www.DearAbby.com ou PO Box 69440, Los Angeles, CA 90069.
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