Sexta-feira, 8 de maio de 2026 – 01h00 WIB
Pontianak, VIVA – A atmosfera na sala do tribunal do Tribunal Distrital de Pontianak (PN) esquentou repentinamente depois que o painel de juízes o leu absolvição contra o acusado no suposto caso crimes sexuais em relação aos menores, Agung Rahmanto.
O veredicto, lido na quinta-feira, 7 de maio de 2026, gerou imediatamente tensão no tribunal. O caos ocorreu mesmo entre o arguido e o Ministério Público (JPU) momentos depois de o julgamento ter sido declarado encerrado.
No seu veredicto, o painel de juízes declarou Agung Rahmanto completamente livre de todas as acusações apresentadas pelo Ministério Público. O juiz avaliou que os elementos das acusações do caso não foram comprovados conforme alegados durante o processo de julgamento.
Após ouvir o veredicto, o réu expressou suas emoções no tribunal. Considerou que o pedido de pena de 15 anos de prisão anteriormente proposto pelo Ministério Público não estava de acordo com os factos revelados durante o julgamento.
A situação no tribunal esquentou, atraindo a atenção dos visitantes do tribunal e do pessoal de segurança do local. A tensão só diminuiu depois que vários partidos tentaram acalmar o clima.
Anteriormente, a equipa jurídica de Agung Rahmanto enfatizou repetidamente que o depoimento da vítima era um ponto importante no decorrer do julgamento. Segundo a defesa, o depoimento prestado pela vítima não apontou o envolvimento do arguido no alegado crime.
O advogado também destacou os aspectos jurídicos após a leitura do veredicto. Afirmaram que a pura absolvição teve certas consequências jurídicas, inclusive no que diz respeito a novos esforços jurídicos por parte do Ministério Público.
“Com base no disposto no artigo 244.º do Código Penal, o Ministério Público não pode recorrer desta decisão de pura absolvição”, afirmou a equipa jurídica do arguido, citada pela tvOne.
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VIVA.co.id
8 de maio de 2026






