O plano anterior, que teria levado o governo dos EUA a assumir a propriedade efetiva de até 90% da companhia aérea, enfrentou forte oposição de Wall Street, do Capitólio e até de um membro do próprio gabinete de Trump. O secretário de Transportes, Sean Duffy, disse à Reuters que o resgate significaria gastar “bom dinheiro atrás de dinheiro ruim”.






