Kaik Vinicius Soares de Souza foi levado ao Hospital Auxiliadora, mas não sobreviveu
Caique Vinicius Soares de Souza, 31 anos, morreu na noite deste sábado (11), baleado durante procedimento da Polícia Militar em Três Lagoas, município a cerca de 330 quilômetros de Campo Grande. Segundo a corporação, ele foi identificado como integrante de uma quadrilha criminosa e tinha extensa ficha criminal. Esta é a 80ª morte resultante da intervenção de um agente estadual registrada em Mato Grosso do Sul este ano.
Kaik Vinicius Soares de Souza, 31 anos, foi morto a tiros ao abordar a Polícia Militar em Três Lagoas, a 330 quilômetros de Campo Grande. Forças táticas e equipes do Getam atuavam no Condomínio Gilson Teixeira quando ele resistiu e abriu fogo. Ele foi levado ao Hospital Auxiliadora e não sobreviveu. O primeiro-ministro informou que foi condenado por tráfico de drogas, sequestro e liderança de quadrilha criminosa.
De acordo com o site Notícias 24h MS, equipes do 2º Batalhão de Força Tática e do Getam (Grupo Especial de Motociclistas Táticos) realizavam uma ação no Condomínio Gilson Teixeira, no Conjunto Habitacional Orestinho, quando Kayak teria resistido à abordagem e começado a trocar tiros com os policiais.
Kaik foi baleado enquanto saía. Após ser contido e desarmado, ele recebeu os primeiros socorros no local e foi encaminhado ao Hospital Auxiliadora. Apesar dos cuidados médicos, ele não resistiu aos ferimentos e faleceu na unidade de saúde.
Nas redes sociais, amigos contestaram a versão apresentada pelos militares e alegaram que Caique trabalhava para uma empresa terceirizada que trabalhava para empresas de celulose da cidade.
Segundo a Polícia Militar, o homem tinha condenações anteriores por tráfico de drogas, crime organizado, sequestro e cárcere privado, entre outros crimes. A corporação disse ainda que ele está sendo investigado por exercer função de liderança em uma quadrilha criminosa.
Esta é a 80ª morte resultante da intervenção de um agente estadual registrada em Mato Grosso do Sul em 2026. Em todo o ano de 2025, o estado registrou 73 casos







