Seja abençoada: quem foi a única mulher entre os líderes da FIFA nas semifinais da Copa do Mundo de 2026

A presidente da FA e vice-presidente da FIFA, Debbie Hewitt, tornou-se uma das figuras mais influentes do esporte. Sua trajetória marcou o antes e o depois de uma instituição com mais de 160 anos de história.

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Durante mais de 160 anos, a Federação Inglesa de Futebol (FA), fundada em 1863, foi dirigida exclusivamente por homens. Essa história mudou com a chegada Debbie Hewitt, que se tornou a primeira mulher a ocupar o cargo máximo do órgão, marcando uma virada para o esporte britânico e o futebol internacional.

A sua nomeação representou muito mais do que uma mudança de nomes: simbolizou um passo firme em direção a uma liderança mais diversificada e inclusiva numa das organizações desportivas mais célebres do mundo.

Debbie Hewitt ocupa o cargo de vice-presidente da FIFA representando a Inglaterra e é membro do Conselho da FIFA. Além disso, ela é presidente da FA e vice-presidente da UEFA.

De empresa a uma das mais altas autoridades do futebol

Antes de ingressar no mundo do futebol, Debbie Hewitt construiu uma sólida carreira no mundo corporativo. Ela atuou como presidente não executiva de grandes empresas internacionais, como Visa Europe, Restaurant Group, White Stuff e BGL Group, uma experiência que a posicionou como uma das executivas mais respeitadas do Reino Unido.

Chikwi Tapia e Debbie Hewitt.

Esse perfil foi fundamental para que a FA inglesa escolhesse um olhar diferente para liderar a instituição, que passa por um processo de renovação.

Uma figura chave na FIFA e na UEFA

O crescimento da Hewitt não parou por aí. Em 2023, foi eleita vice-presidente da FIFA, tornando-se uma das líderes mais influentes da organização que regula o futebol mundial.

Além disso, ocupa também cargos na UEFA, que se afirma como uma das vozes femininas mais influentes na tomada de decisões desportivas.

Debbie Hewitt, a mulher careca da FIFA.

Um símbolo da mudança no futebol

Desde a sua chegada, Debbie Hewitt tornou-se um emblema da maior participação feminina nas salas de gestão do futebol.

Apaixonada por este desporto desde criança, já afirmou em diversas ocasiões que o seu objectivo é promover um futebol mais inclusivo, moderno e aberto, onde o talento e a capacidade estejam acima de todos os estereótipos.

A sua história mostra que a mudança também está a acontecer fora do campo e que cada vez mais mulheres estão a assumir posições de liderança numa indústria historicamente dominada pelos homens.

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