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Jordan Smith, amador de Sydney e campeão de Nova Gales do Sul, ganhou A$ 1 milhão no One Point Slam do Aberto da Austrália, derrotando Jannik Sinner, Amanda Anisimova e Joanna Garland.
O amador local Jordan Smith saiu do Aberto da Austrália com um milhão de dólares e inúmeras lembranças (AFP)
Enquanto se aguarda aconselhamento fiscal, o técnico de tênis Jordan Smith é o mais novo milionário da Austrália.
O amador de Sydney, de 29 anos, surpreendeu o mundo do tênis na noite de quarta-feira, arrecadando A$ 1 milhão depois de derrotar profissionais de elite no selvagem One Point Slam do Aberto da Austrália – uma disputa de pênaltis em que o vencedor leva tudo decidido em um único rally.
Um milhão de dólares por dia… nada mal para um jogador amador 💰😅 Veja como Jordan Smith surpreendeu a elite mundial ao vencer o One Point Slam 🏆🔎 pic.twitter.com/oDdydcesFC
– TNT Sports (@tntsports) 14 de janeiro de 2026
Na manhã de quinta-feira, no Melbourne Park, Smith passou do anonimato aos holofotes globais, cercado pela mídia, torcedores e jogadores, fazendo malabarismos com entrevistas internacionais, selfies, autógrafos e aparições promocionais.
Smith – campeão estadual de Nova Gales do Sul – derrotou Jannik Sinner, duas vezes vencedor do Aberto da Austrália, Amanda Anisimova, número 4 do mundo, e depois derrotou Joanna Garland na final. Garland já havia destruído Alexander Zverev, Nick Kyrgios e Maria Sakkari em uma corrida de sonho própria.
“Eu só esperava ganhar um ponto”, disse Smith. “Eu estava tão nervoso. Agora estou comprando uma casa.”
A prova eliminatória, parte da semana de abertura ampliada do Aberto da Austrália, reuniu amadores e celebridades contra 24 profissionais de ponta. As partidas foram decididas em um ponto, com saque determinado por pedra, papel e tesoura. Os amadores tinham direito a dois saques; Os jogadores ATP e WTA ganharam apenas um.
O formato trouxe o caos. Carlos Alcaraz caiu após acertar um dropshot. Iga Swiatek foi eliminada por Pedro Martinez, que surpreendeu o favorito do público, Alexander Bublik, com um audacioso saque nas axilas.
Longe dos holofotes, a vida de Smith é muito mais comum.
Ele trabalha regularmente 50 horas por semana na academia de tênis de seus pais em Castle Hill, uma vez perseguindo sua própria carreira profissional. Nos tribunais distritais de Hills, em Sydney, ele é conhecido há muito tempo como o “assassino sorridente” – um apelido dado a ele por um professor do sétimo ano.
Agora, um ponto depois, o treinador está mais rico em A$ 1 milhão – e o folclore do tênis tem um novo conto de fadas.
15 de janeiro de 2026, 10h30 IST
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