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Armas foram esmagadas sob o fundo falso de um veículo; A remessa tinha como destino a favela da Rocinha
Por Gustavo Bonotto 29/07/2026 19h55
Um suboficial da Polícia Nacional do Paraguai, identificado como Tomás Alcides Trinidad Flecha, de 37 anos, foi preso nesta quarta-feira (29) portando 20 fuzis de combate que, segundo a inteligência paraguaia, seriam levados para a favela da Rocinha, no Rio de Janeiro (RJ).
Um suboficial da Polícia Nacional do Paraguai foi preso por portar 20 fuzis para a favela da Rocinha, no Rio de Janeiro. As armas, modelos FAL e G3, foram desmontadas em um compartimento falso de um carro que chegava a Santa Rita, estado de Alto Paraná. Os soldados foram presos durante a Operação Ares. O policial foi destacado no Subcomissariado 27 de Esper em Kanindiu.
As armas foram desmontadas e escondidas em um compartimento falso de um carro que chegava à região de Santa Rita, no departamento de Alto Paraná.
Preso durante a Operação Ares. Segundo autoridades paraguaias, a arma estava escondida em um sistema de fundo falso instalado no veículo.
O policial preso ficará lotado no Subcomissariado 27 da Acepar, Divisão Canindiyu. Ele foi encaminhado com o fuzil apreendido à base regional da Senad Ciudad del Este (Secretaria Nacional Antinarcóticos do Paraguai) designada pelo Ministério Público do Paraguai.
As primeiras informações indicavam que o carregamento seguiria para Ciudad del Este, onde seria vendido e enviado ao Brasil. Durante a investigação, a inteligência da Senad concluiu que o destino final das armas era a favela da Rocinha.
Os fuzis apreendidos eram dos modelos FAL e G3 e foram desmontados para facilitar o transporte. As autoridades paraguaias ainda não detalharam se estão envolvidas no esquema ou a rota que planejam para levar as armas ao território brasileiro.
A Senad informou que divulgará novos detalhes da Operação Ares nas próximas horas.









