A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) alertou na quinta-feira que os principais riscos para a saúde após dois terremotos mortais que atingiram a Venezuela em 24 de junho podem advir de interrupções nos serviços médicos de rotina, acesso limitado a vacinas e escassez de acesso a serviços como água.
“Nas próximas semanas, os maiores riscos para a saúde poderão surgir não só dos ferimentos causados pelo terramoto, mas também das perturbações nos serviços de saúde, nas condições de acesso aos cuidados de saúde, na escassez de água e saneamento e no acesso às vacinas e aos cuidados médicos de rotina”, disse o diretor da OPAS, Jarbas Barbosa, numa videoconferência de imprensa a partir de Washington.
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