O Grupo de Trabalho das Nações Unidas sobre Detenção Arbitrária considerou que o ex-presidente peruano Pedro Castillo, que cumpre onze anos e quatro meses de prisão pela sua tentativa fracassada de golpe de Estado em 7 de dezembro de 2022, é “arbitrário”, pelo que deveria ser “libertado imediatamente” e ser-lhe oferecida uma compensação.
Numa decisão publicada em 4 de junho, mas divulgada esta quinta-feira nos meios de comunicação peruanos, o grupo indicou que a detenção de Castillo (2021-2022) violou artigos da Declaração Universal dos Direitos Humanos e do Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos.
Veja também: Mais informações – O grupo da ONU concluiu que a detenção de Pedro Castillo foi arbitrária e apelou à sua libertação.







